Primeira semana na escolinha – por Juliana Brandileone

Arquivo 09-10-15 17 58 47

Resumo (longo porém útil) da primeira semana na escolinha.

Como disse anteriormente, essa separação de mãe e filho não é fácil! Por mais que saibamos que é o curso natural da vida, em cada despedida temporária e diária, a cada “tia” que pega seu filho no colo e sai andando, a cada olhar do seu filho para você neste momento é certamente um punhal no peito.

No primeiro dia, como tudo era novidade, ficou encantado com tantas cores, brinquedos e amigos que quando eu o deixei na salinha e disse tchau filho, ele me olhou com toda segurança do mundo e disse: tchau mamãe, te amo! Desmontei, sofri como se tivesse ouvido “te odeio”. Na saída a felicidade com que ele gritou: a mamãe chegou!! … foi sem dúvidas a paz que eu precisava no meu coração.

Segundo dia, até a porta da escola ok. Entrou valente na sala e dizendo oi aos amiguinhos. Todos ficaram espantados com a segurança dele. Juro que fui embora um pouco menos triste que o dia anterior. Cheguei em casa e fiz todo um planejamento do que ia fazer naquele meu primeiro dia sozinha, sim porque na segunda eu parecia uma ameba… não consegui fazer nada! Organizo tudo, começo a trabalhar e meu telefone toca… Quando vejo o número meu coração dispara!! “Mãe, achamos por bem você vir buscar o Gui hoje pois ele está muito tristinho e chorando, só chama por você. Não quis comer etc…” Quando ela entrou no etc, já estava eu no Mãemóvel (versão do Batman de mãe) e fui correndo pra escola. Cheguei lá e o peguei soluçando. Gente isso dói! Muito… Voltamos e ficamos agarrados até o papai chegar.

Terceiro dia. Fui a caminho da salinha e quando ele viu que eu ia deixa-lo para ir embora, se agarrou no meu pescoço e chorou. Aquilo me rachou no meio… cortar foi pouco. Sentei no chão da salinha e fui conversando com ele e, ele de poucos amigos chamava agora pelo pai. Para piorar ele chamou o papaizinho… a vontade de levantar e sair com ele nos braços foi imensa, mas resisti. As outras crianças aos poucos querendo se aproximar de mim e ele se sentiu um pouco incomodado com isso. Nesse momento chegou na sala a tia que entendi que ele mais gosta…ela chamou ele para um abraço e ele foi… começou a se soltar. Por uma hora fiquei rendida no chão com eles até que uma das tias o levou com um amiguinho para o parquinho para que eu pudesse ir embora. Não quis comer novamente porém, tudo correu bem até nos encontrarmos novamente.

Quarto dia, ops… tivemos que ir pra casa da vovó (OBAAAAAAA).

Quinto dia… aceitou o colinho da tia mas com cara de sofrimento. Chorou para entrar, logo levaram ele para o parquinho junto com um amiguinho para quw distraisse e eu fosse embora. Hoje é dia de brinquedo talvez fique um pouco mais animadinho.

Estamos na segunda semana e confesso, depois de um final de semana inofensivo e comum, a volta a escola volta a ser tensa e ter muito choro… muitooooooo.

Relatei isso para vocês pois, na verdade, gostaria de entrar mais a fundo e dizer o que realmente me passou pela cabeça e o que achei importante observar nessa primeira semana e que pode ajudar a outras mães de primeira viagem como eu.

Sobre o meu, o seu…os nossos filhos:

Eles entram na escola com a rotina que você levou séculos para construir. Hora disso, hora daquilo. De repente, pessoas estranhas, em horários diferentes, ambiente, cadeira, comida… tudo diferente. Juro, não esperem que seu filho se sinta em frente a um prato de batatas fritas. Muito provavelmente, assim como o meu, ele não vai aceitar nem o lanche que você mandou de casa! Não porque aquilo ou isso seja ruim, mas sim porque aquela não é a rotina dele ainda. Então relaxe, respeite o tempo e só garanta que ao voltar para casa ele terá o alimento saudável que precisa.

Já de cara, vi que o cocô dele alterou e, ainda não melhorou. Além da rotina alterada, alimentação diferente, o aspecto emocional também conta. Existe sim um ambiente mais propicio para vários tipos de contaminação e infelizmente não podemos criar nossos filhos em redomas. Estava com sua saúde íntegra e hoje já espirra e está com nariz entupido a noite. São chupetas trocadas e lambidas em brinquedos, ou seja, o ambiente pode ser higienizado mas, os fatos que citei são de momento e acontecem num piscar de olhos. Resta a mim amar, medicar e cuidar.

Na hora do banho, aproveite esse momento delicioso para verificar a possibilidade de algo fora do padrão. Cada mãe sabe de cada pinta do seu filho. Caso aconteça algo anormal, não se sintam chatas em escrever na agenda ou conversar diretamente com os professores. Certamente você quer que seu filho esteja bem, ainda mais longe dos seus olhos.

Prefira sempre mandar para escola seu filho limpo e cheiroso. Isso sem dúvidas é um sinal de alerta para escola do quanto você zela por ele!

Marquem todas as roupas e peças deixadas na escola. Faça uma lista de tudo o que mandou e fixe na agenda. Caso falte algo, você tem onde recorrer.
Se seu filho ainda toma leite, a minha opção foi não mandar a lata e sim aquele potinho com 3 divisórias onde marquei com etiqueta a referência da quantidade/água. Não é mesquinharia, mas o leite tá bem carinho!

Tente não enganar seu filho. Converse sobre deixá-lo na escola e depois voltar para buscá-lo fazendo com que na saída do horário da aula ele confirme aquilo que você prometeu… Você vai mas volta. Esse momento é inseguro para nossos filhos, não deixe ele sem entender o porquê você sumiu, ele tem que entender dia após dia, que é natural a separação temporária e o nosso reencontro.

Sobre a escola:

Verifique o quanto você é acolhida pela escola. Qual espaço te permitem ver e transitar. Escola que esconde espaços eu não me sentiria segura.

A adaptação do seu filho quem vai dizer se está boa ou ruim é ele. Óbvio que filho sempre prefere estar com a mãe o tempo todo e ele te mostrará isso…rs. Mas seja forte, peça auxilio e orientação a coordenação e professoras. Pergunte como foi com as outras crianças e os exemplos que podem dar. Escola que conhece seus alunos pelo nome e suas histórias, podem te trazer mais segurança.

Seu filho pode estar super adaptado e de repente ter recaídas de não querer ir à escola. Se ele já falar, converse e tente entender o motivo dele não querer ir. Não amoleça se o caso for só a vontade de ficar no colinho em casa, faça-o entender que lá é um lugar de amigos e logo estará em casa. Caso ele relate algo que ache estranho, vá atrás de explicações de seu direito. Quando a gente fala na escola que o filho conta tudo em casa, a probabilidade de te esconderem algo se torna menor. O meu, por exemplo, contou até que “titia tocou cocô do Guigui”.

Observe o ambiente e como as outras crianças se comportam. Como é a relação entre eles e com as professoras. Ver que todos se tratam com carinho e respeito é uma delícia. Podem sair algumas confusões entre eles, cabe a gente administrar e entender que estão começando a defender os seus espaços.

Olhem o ambiente também na questão de cuidados gerais. Limpeza, mofo, vazamentos e tudo mais. Ambientes úmidos e sem iluminação podem sim fazer seu filho desenvolver doenças respiratórias.

Observem também a parte de lazer. Se os brinquedos estão em bom estado ou se precisam de manutenção. Acho válido mostrarmos que não estamos pagando apenas para “deixar” o filho em qualquer lugar, queremos uma extensão de casa também!

Visitem a cozinha. Reparem se usam os equipamentos necessários para lidar com alimentos, afinal, são crianças e ainda estão em formação de suas imunidades. Limpeza, ambiente arejado, claro e aberto aos olhos de quem queira ver, não se tem muito a temer.

Enfim, só queria compartilhar o que achei importante para mim esperando poder iluminar quem vai entrar nesse mundo ainda. Como mãe, a única coisa que desejo é que meu filho cresça e se desenvolva num ambiente saudável, assim como dentro da minha casa.
Espero ajudar mais uma vez!
Beijos e bom final de semana
Ju

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Primeiro dia de aula: o que o coração de mãe sente e ninguém vê  – Por Juliana Brandileone

  
Primeiro dia de aula 

Na sexta-feira, depois da busca por uma escola que se adequasse a nossa necessidade, encontramos uma escola perto de casa, bacana e com a metodologia de ensino embasada pela pedagogia afetiva. Muito legal, mas não vou ficar aqui fazendo propaganda não, quero apenas transcrever a mistura de sentimentos de uma mãe ao deixar seu filho na escola.

Depois de sexta e da matricula, fiquei “macha” o final de semana todo. Juro…Fui valente com o meu marido comprar mochila e alguns itens pedidos na listinha da escola.

Domingo comecei a arrumar a malinha dele para a aula (confesso que já começou a bater um puta que pariu interno que nem conto pra vocês). Nome em todas as peças, separar mamadeira, fralda, copinho, shampoo, lancheira, brinquedos, mochila etc. A cada peça separada, eu colocava um pedaço do meu coração em silêncio dentro.

Conversei com ele depois do banho, disse que no dia seguinte ia ver os amigos e brincar muito na escola. Ele sorriu, ficou muito feliz e disse: Obaaa!

Não dormi direito… nem o pai! Ele capotou!!

Acordamos, fiz toda rotina matinal e fomos comprar as últimas coisas que faltavam. Almoço pronto, vamos ao processo de alimentar… hoje, só porque tinha horário ele demorou mais do que o normal… ou era eu que estava ansiosa, o fato é que a aula começava às 13h, eram 12h37 e eu ainda na sobremesa.

Ufa… agora trocar fralda e deixar o filho bem cheiroso para ir pra escola (crianças cheirosas atraem rs). Dei aquela cafungada no cangote cheiroso e falei vamos…. Meu coração disparou e ele simplesmente pegou sua mochila dos Minions e foi pra porta! Eis que o filho da mãe está mais pronto que eu…

Entramos no carro, mochila pra dentro e ele pede a chupeta! Penso eu… f$%deu! Ele vai dar trabalho… (só um comentário a mais e a parte… como a cabeça da gente viaja!)

Chegamos na porta da escola e a tia abriu o maior sorriso pra ele! Para mim, por 30 segundos apenas, ela era o monstro do lago Ness surgindo pra pegar meu filho… ele foi, já perguntando dos amigos, ajeitou a mochila no chão, me deu um sorriso e saiu andando valente para seu primeiro dia de aula. Me deu um beijo e sorrindo me disse: Tchau mamãe.

Pilillilililimmmm … esse foi o som do coração desmoronando no chão. Aí escuto, vai firme mãe, você sofre e ele não.

Beleza… entrei no carro… silêncio! Parecia um carro vazio até sem mim dentro!

Cheguei em casa e me certifiquei se não tinha ninguém na cadeirinha. Subi… O silêncio sem ele… sem a Peppa e sem a Luna! Não preciso andar nas pontas dos pés e não preciso falar baixo no telefone…Agora estou eu aqui, com meu kit desfibrilador e escrevendo para vocês a tarde mais longa da minha vida kkkk.

Como me sinto? Apesar de perdida dentro da casa vazia, parecendo um peido dentro de uma bombacha, estou feliz. A conquista é dele, mas a realização é nossa. Acho que esse sentimento é o mesmo em todas as fases do desenvolvimento de um filho. Sofremos a dor silenciosa de que estão cada vez mais independentes, mas vibramos ao ver que o desenvolvimento faz parte da historia de todas as crianças.

No meu caso, meu filho sabe falar tudo… tudo mesmo. Tem bastante energia. Gosta de brincar e não tem preconceito com idade. O negócio dele é se divertir. Até ontem, sentava para assistir seu desenho preferido, tinha seu momento de sono e colinho. Nossos horários e nossas regras, mas entendi que eu não mais era o suficiente para ele… ele precisava de outras crianças.

Passei por algumas escolas. Encontrei as que amei e não poderia pagar, encontrei as que poderia pagar mas jamais deixaria meu filho, e por fim encontrei uma que atendia a minha necessidade e poderia pagar. A escola não tinha nome comprido, importado, renomado ou qualquer outro gueri gueri… era uma escola pequena, que tinha acolhimento, limpeza, com separação de salas por idade, cozinha aberta e com pessoas te recebendo com um sorriso. Por isso, é onde ele está agora!

Boa sorte minha vidinha… você um dia vai ler isso e vai entender que tudo foi por amor!

Começa hoje um caminho sem volta e o mundo será seu limite!

Te amo mais do que possa imaginar e nos vemos às 17h30.

Você é mãe e quer começar a ter uma renda extra? Inspire-se e mãos à obra – Por Juliana Brandileone 

Sou formada em Psicologia e trabalhei por quase 20 anos na área de RH na formação, seleção e desenvolvimento de pessoas. Quando tive meu filho, deixei de lado a atuação e virei super mãe.

Mas, como tudo na vida, chega uma hora que a renda diminui e o gasto aumenta… e sentimos a necessidade da liberdade de ter o próprio dinheiro, seja para aumentar a renda da família, seja para ter aquela reserva pra comprar as suas necessidades sem precisar de dinheiro de marido e muito menos ficar escutando que não faz nada e só gasta…
Pois bem, comecei a matutar uma forma de fazer isso acontecer e me encontrei na venda de semijoias. Gente… Não tem milagre… Não é fácil e dinheiro não dá em árvore. Mas, com essa mudança de vida, pude entender melhor como funciona a vida de empreendedora e digo que nessa vida temos realizações e frustrações. O que importa é você encontrar o seu equilíbrio para fazer dar certo.
Mais do que isso, vou listar algumas coisas aqui em baixo que, seja lá o que quer que decida fazer, seria importante pensar nesses tópicos. Eles poderão te ajudar…
1. Primeiro passo: Quero ganhar um dinheiro extra.
Ótimo… mas não espere que o negócio caia do céu embalado para presente com seu nome. Sendo assim, pegue um papel e caneta e liste aquilo que faria com o maior prazer do mundo: beleza, alimentos, artesanato, vendas, roupas enfim… seja lá o que for… mas identifique aquilo que não será um sacrifício para você e sim um prazer.
2. Com que dinheiro vou fazer esse negócio que escolhi?
Tente não comprometer o orçamento familiar em seu primeiro negócio. Busque alternativas de vendas por catálogo, vendas de representação, produtos em consignação… Você está dando um primeiro passo e nem sempre você terá grandes retornos no primeiro mês e, ficar escutando das pessoas que você deu um passo maior do que a perna não é bacana pra ninguém.

Caso opte por um investimento culinário por exemplo, os produtos não são de grande valor para o investimento inicial, porém lembre-se que você está iniciando e precisa fazer capital e não gastar antes de ter… Sendo assim vá com calma nos custos de matéria prima e foque nos resultados.

Se for qualquer outro investimento, separe um dinheiro que não fará falta no seu orçamento familiar. Não conte mais com ele… ele agora fará parte do seu negócio. Esse dinheiro não poderá te fazer falta…será investimento e o seu retorno virá com o tempo.
3. Vou ter tempo para me dedicar com amor a ponto das pessoas sentirem isso?
Quando você escolher trabalhar com alguma coisa lembre-se de colocar AMOR naquilo que faz. Nada sem amor funciona bem.

O amor faz parte pois, diferente do que muitas pessoas pensam, trabalhar por conta própria requer ainda mais dedicação do que para trabalhar para os outros. Você é quem tem que pensar em tudo. Do produto ao financeiro… Você é a responsável.

Você terá que administrar o tempo da sua micro empresa e da sua família senão um dos dois vai falir de cara. Mas lembre, organize seu horário pois sem a dedicação necessária a única coisa que funciona é semente de laranja jogada a esmo no jardim…só ela nasce sem nenhum cuidado.
4. Procure fazer o IGUAL mas de maneira diferente… seja referência!
Seja pelo atendimento diferenciado, pelo mimo, pela inovação da embalagem, pelo carinho e atenção… seja lá o que for. Hoje em dia muitas pessoas fazem a mesma coisa quando estamos falando de negócio. Porém, ao fazer a sua escolha, pense em como chamar a atenção para aquele produto ou serviço que outras pessoas também comercializam.

Pense da seguinte forma: se eu decidir vender um determinado produto de catálogo, ao alguém próximo a mim ouvir outra pessoa falando que precisa de tal produto, o primeiro comentário dessa pessoa será: eu sei quem vende ou quem faz e recomendo.

Hoje a recomendação é seu melhor marketing.
5. Tenha um canal de comunicação fácil com seus possíveis clientes.
Quando você está acessível o cliente se sente seguro em adquirir seu produto.
6. Dê garantia.
Trabalhar com produtos baratos e sem qualidade o cliente compra 1 única vez e fala mal para meio mundo. Aquilo que tem garantia e qualidade traz segurança e seu cliente de volta e mais que isso… indicações maravilhosas.
7. A partir do momento que atrelou seu nome a um produto, a garantia é você.
Nunca vire as costas para ninguém. Seja a que comprou 5 ou 500… Você não sabe o dia de amanhã e por muitas vezes uma pessoa compra para testar e depois que gosta, volta com pedidos maiores.
8. Não espere que as pessoas mais próximas a você façam com que seu negócio dê certo.
Por muitas vezes, eu mesma já passei por isso, montamos o negócio e esperamos que todo mundo que conhecemos consumam nosso produto ou serviço… ledo engano. Não são essas pessoas que vão fazer o negocio decolar. Será o boca a boca.

As pessoas mais próximas recomendam… mas são poucas as que realmente te apoiam e investem em você (graças a Deus eu tenho, dou valor e sei da importância delas no meu sucesso). Então não dependa só delas… faça seus clientes de maneira diferente… inove.

Pessoas pra te enterrar tem aos montes… já pra te tirar do buraco são raros.
9. NÃO DESANIME.
Acredite em você mesma.

Como diz o ditado: prego que se destaca toma martelada…” o sucesso incomoda as pessoas que não são do bem!

Você não vai ganhar rios de dinheiro da noite para o dia… e vai correr muito tempo atrás disso… eu corro dia e noite.

Mas a conquista é feita degrau por degrau. Nenhum prédio foi construído do topo… ele precisa de base. A base bem estruturada faz com que ele não desmorone.

Muitas são as pessoas que vão chegar e dizer… Ahhh já fiz isso… Ahhh isso não funciona… Ahhh tem um monte de gente que faz também… Ahhh legal mas tá caro… e por aí vai. São as mesmas pessoas que preferem ir ao shopping e pagar mais caro só para não te dar crédito.

Danem-se… essas pessoas jamais serão suas clientes e você não precisa delas. Até porque, elas vão acompanhar o seu sucesso e de tanto que vai aparecer podem até não consumir, mas vai recomendar.
10. Controle financeiro
Não misture o dinheiro nem na carteira do seu negócio e da sua família… sempre faltará para um dos dois. Inicialmente, você terá só investimento… Após começar a perceber o retorno, permita-se retiradas financeiras regradas senão você vai gastar mais do que ganha…
11. Não espere agradar a todos.
Trabalhar com público requer paciência e muita atenção, mas principalmente ter olhos e ouvidos aguçados. Escute seus clientes e transforme críticas em algo construtivo. Aprenda com os erros, mude e não insista neles. Quando um cliente volta para elogiar fique feliz, mas quando ele te critica, ele precisa ainda mais da sua atenção.
12. O não e o sim abrem portas.
Se os dois abrem portas o que muda?

Muda que o sim nem sempre é verdadeiro… ele vai abrindo portas e uma delas pode ser abismo.

O não fecha portas inicialmente, mas te faz repensar e mudar estratégias, produtos e serviços e transforma isso num SIM muito mais seguro e maior.
13. Identifique onde está seu público.
Quem eu quero atingir?

Onde este público está?

Faço parte dele?
Questione-se!
O risco de dar certo ou errado faz parte da estratégia que você montou para seu produto ou serviço. De nada adianta você querer montar um produto ou serviço por exemplo para o público A se você não faz parte dele, não convive com estas pessoas, não tem acesso a essas pessoas e muito menos a credibilidade delas.

Pare e pense… a probabilidade de dar errado é monstruosa.

Trabalhe com aquilo que está ao seu alcance ou se estruture de tal forma que consiga criar meios para atingir seus objetivos.
14.Para colocar preço no seu produto.
Além de ter que calcular todos os gastos que teve timtim por timtim para chegar até o gasto real, não se esqueça de incluir neste valor o seu trabalho e seu lucro. Seja justa… ninguém gosta de pagar caro mas não escravize seu trabalho…

Pense…

Por exemplo se eu decidir vender bolos

1 bolo envolve no custo:

Ingredientes

Embalagem

Gás

Luz

Seu tempo e trabalho…

É nisso que se deve pensar… com o custo, pense no percentual que acha justo e que o público que pode trabalha pagar… senão será sinônimo de trabalho encalhado e sem venda.
15. Arregasse as mangas e mãos a obra!
Arrasem e boa sorte!

Espero ter ajudado

Beijão

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Sabe o que acontece quando uma mãe se finge de morta durante a noite? – Por Juliana Brandileone

tumblr_lhemsnzxjq1qdr6who1_500Tudo começa sempre na saga de conseguir deitar para dormir. Apagamos tudo e ficamos em silêncio para que o filho pegue no sono….
Em cima do meu apartamento mora um casal de dinossauros. Não, não são gordos nem grandes antes que pensem mal de mim, mas andam pela casa como se estivessem no Jurassic Park.
Entram no banheiro e escutamos a descarga de tão concentrados que estamos para o ritual do sono…
Eis que vem a primeira pergunta no escuro: Mamãe, quê balulo esse?
Mamãe pacientemente responde: Titio fazendo xixi de cima do banco e mirando na privada…. Voltamos ao silêncio…
Tiranossauro Rex decide ir até a sala atrás do Velociraptor… Passadas firmes e certeiras…
Vem a segunda pergunta: Mamãe, quê balulo esse?
Mamãe na sofrência responde: titio monstro andando filho!….. cri cri cri…. Acho que ele entendeu rs.
Voltamos ao silêncio…
TRex entra no banho e liga um puta chuveiro pressurizado tabajara incomodator de vizinho e entra no longo banho…
Vem a terceira perguntaaaaaaa: Mamãe, quê balulo esse? Paciência nível pqp vizinho do inferno: titio monstro bravo no banhooooooo…
Só nessas são 3 ou 4 aberturas de olhos, interrupções de tentativas frustradas de sono leve, pai dizendo vou sair do quarto assim não dá, filho envolvido na vaselina não para mais quieto…
Papai sai de cena e mamãe fala brava que é hora de dormir… mais uma virada pra cá outra pra lá… TREXXXX sai do banho…
Respiro e tá acabando!
Mais uns 15 minutos e dormiu! Filho transportado para para caminha dele pelos braços do seu pai herói!
Vou pro banho… trabalhar mais um bocado e logo mais dormir! Uhuuuulllll
SÓ QUE NÃO!
Deitada no meu cantinho…papai no dele!

Mamãe morta com farofa de cansada.
Silêncio…
Cena 1: filho na cama e de repente chama a mãe (me finjo de morta…)
Cena 2: pai acorda inconformado e vai buscar filhote… (continuo me fazendo de morta)
Cena 3: filho inquieto e achando que a cama é fliperama ou seria o boi bandido aos coices? (Se fazendo de morta que baba parte dois)
Cena 4: filho entra embaixo do travesseiro do pai que sai puto da cama, faz uma barreira de travesseiros e vaza pro outro quarto (a morta abre um dos olhos só pra ver se a barreira de travesseiros tá boa)
Cena 5: filho rola num 360° na cama em direção a você e para de repente em posição de ataque…. (abro mais uma vez o olhinho pra ver se tá tudo bem)
Cena 6: Ressuscito… tomei um puta pum na cara e quase morro de verdade… morri de rir!
Não se pode nem fingir em paz
Mãe sofre mas se diverte…vai dizer que não?

Eu me absolvo – Por Ana Claudia Lima ” tenho 3″

Não sou uma mãe politicamente correta
Tem dias que eu me esqueço de dar o Adtil
E quando eles resolvem ficar doentes juntos, às vezes eu confundo os remédios, as dosagens, os horários. È verdade, já dei remédio trocado. Pior! Teve vezes que nem trocado foi, não dei mesmo, esqueci.
Tem dias que os deixo dormir sem escovar os dentes e sem tomar banho. Quando me dou conta, já foi.
Tem outros que o almoço é o pastel da feira com caldo de cana e o jantar é a pizza. Tudo isso no mesmo dia.
Tem dias que eu cedo ao miojo.
E tem outros que eu escondo o final da barra de chocolate para comer escondida, sozinha.
Tem dias também que eu chantageio, barganho, negocio o feijão do prato com um doce de sobremesa.
E é à frente da TV que às vezes eles comem
Tem dias que eu faço suco de pozinho só para não ter o trabalho de descascar a fruta e AINDA ter que lavar o liquidificador, tudo por preguiça.
Quase todas as noites eles dormem na minha cama e não, eu não os devolvo para as devidas camas. Ou porque estou muito cansada pra fazer isso, ou porque eu quero dormir abraçada com eles.
Tem dias que eu peço para eles pararem de gritar, gritando.
E, desculpa Xuxa, tem dias que eu dou umas palmadas no bumbum deles, só para os chamarem a razão e deixar claro que ultrapassaram os limites.
Mas se quer saber Xuxa, tem dias que eu coloco o seu DVD para garantir o mínimo da manutenção da minha dignidade. Você se ocupa em hipnotiza-los com aquelas baboseiras e assim, eu consigo , pelo menos, escovar os dentes.
Tem dias que eu não sou justa. Faço mais pra um do que pra outro. Dou mais atenção pra um do que pra outro. Exijo mais de um do que do outro. Cedo as birras e choros de um do que do outro.
Tem dias que o que eu mais queria era ser repórter correspondente do Japão e só falar com eles pelo Skype. Ou que eles fizessem um passeio de volta ao mundo no balão e voltar daqui uns 10 anos.
Teve dias que eu me esqueci de ler a agenda da escola, de fazer a lição de casa, de mandar o lanche, a lancheira e até errar o dia de volta as aulas eu já errei.
Já assisti à novela das oito na companhia deles.
Já soltei uns belos palavrões no trânsito com eles no carro.
E quando termina esses dias, as vezes eu me angustio, me frustro e me entristeço, afinal, que tipo de mãe eu sou?
E isso acontece porque ninguém me ensinou, não li em lugar nenhum, não vi em nenhum documentário que mãe também pode ter um deslize de preguiça, de descuido, de praticidade.
Ninguém me disse que às vezes isso tudo pesa, que a gente enche o saco de tudo, que a gente se enche deles, só as vezes.
Não me preparei pra isso. Pensei que fosse pecado.
Em todos os sites que me cadastrei quando engravidei, em todas as edições da Crescer, da Pais & Filhos que li , em todos os blogs e grupos de maternidade que naveguei, vi que não bastava ter parto normal, o que vale mesmo é o natural e humanizado e olha que eu tive 3 partos normais, mas mesmo assim não foi bastante. Me disseram que tinha que amamentar EXCLUSIVAMENTE até o 6 º mês, que só podia oferecer os produtos orgânicos, que não podia colocar açúcar na comida doce e nem sal na comida salgada deles, que eles só podiam escutar o Palavra Cantada e que tinham que aprender a dormir sozinho aos 6 meses.
Ninguém me disse que ás vezes, só por alguns instantes, que nada disso faz sentido, ou até pode continuar fazendo, mas tem dias que simplesmente a gente tem o direito de não querer faze-lo.
Temos esse direito da transgressão, isso ninguém nos avisou.
Eu aviso: nós podemos.
E com isso eu devo admitir que sou Reú Confesso e por isso eu peço, não Tim Maia eu não peço pra voltar, eu só peço para me absolverem.
#eumeabsolvo
“Da perfeição da Vida: Por que prender a vida em conceitos e normas? O Belo e o Feio…O Bom e o Mau…Dor e Prazer. Tudo, afinal, são formas e não degraus do Ser!
Mario Quintana”

Fonte: texto cedido por  http://tenho3.tumblr.com/ 

Bem vinda ao mundo de cólicas! – Por Juliana Brandileone

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Bem vinda ao mundo de cólicas!
Essa deveria ser a capa da revista, e não o mundo de caras…

Antes de entrar nesse mundo, deixei para trás um assunto que me assustou um pouco quando aconteceu comigo logo na primeira semana em casa… claro, porque tudo só acontece com você em casa e nunca no hospital.

Enfim… naquele mama não mama que contei para vocês semana passada, fui trocar a fralda do meu filho e Pah… ao abrir tinha um rastro alaranjado ou avermelhado… enfim, mas a primeira coisa que vem a mente é sangue.

Desesperei! Pensei está desidratando e urinando sangue!

Chorei… fiquei mega preocupada e há 2 anos atrás não tinha quase nada disso no google. Hoje tem.

Na verdade nas primeiras urinas do bebê existe a possibilidade de altas concentrações de hormônios da mãe assim como o que se chama de cristal de urato. Esses cristais expelidos mancham como sangue a fralda. Não causam dor nenhuma, apenas assustam a gente que não sabe de nada. Isso vai embora do mesmo jeito que chegou…rapidinho.
Faça o teste da água… Se ao molharrr some rapidinho sem problemas, mas se for realmente persistente como sangue procure um médico.

Tudo vai muito bem até que ela chega. Você não estendeu tapete vermelho, não preparou jantar a luz de velas e nem criou uma trilha sonora especial mas ela chega… e se acomoda na sua vida e de seu bebê como se nunca mais fosse sair de lá: a cólica.

Numa boa… Não tem milagre!
Vai acontecer com todo mundo. Com uns mais outros menos, outros ainda are imperceptíveis mas fica como aquela célebre frase: “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

Sim… todo mundo espera mas ninguém quer acreditar que vão chegar e chegam.

As cólicas estão associadas ao movimento peristáltico que nosso intestino faz para expelir gases e fezes. Os bebês ainda não tem esse movimento desenvolvido e de repente se deparam com um “treco” que não sobe nem desce e começam a sofrer. A única coisa que sabem fazer para se defenderem é chorar (bem certo que as vezes a gente também. .. só quer chorar) o que no caso deles funciona, para nós adultos não. O intestino dos bebês passou a funcionar com outro tipo de alimento e como sabem, qualquer novidade leva um tempo para o organismo entender.

Quando o aleitamento é feito apenas por peito, as mamys devem estar atentas a alimentação, pois segundo meu médico coisas inofensivas como brócolis, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, repolho, nabo, mostarda, chocolate, cebola, feijão, pimenta, alho e mais um monte podem alterar o sabor do leite, causar a formação de gases ou irritação em alguns bebês. Tudo feito com parcimônia não traz danos… o duro é o danado do bom senso.

Para as mamães de fórmula assim como eu, é dada a largada para a roleta russa das marcas. Não é todo leite que faz bem à todo bebê. Eu comprei uns 4 até acertar aquele que fazia bem para meu filho. Um ele não fazia cocô. Outro vomitava em jato. O outro dava gases e por fim o outro alimentava rs…

Para as mães do peito… sem maiores problemas… para as mães da mamadeira vem o segundo desafio: missão bico!!

Se eu posso dar uma recomendação é: mamys não comprem 95 bicos para amamentarem seus filhos… Comprem poucos… vejam se se adaptam! Não rolou, troca 1 e não 15. O meu pegou uma marca específica de primeira que era a mesma da chupeta, mas depois me deu um baile… coisa que conto mais pra frente!

Mantenham a calma… Às vezes é só uma questão de bico.

Pronto… Agora o intestino que era sussa travou!

O cocô não sai… É um berreiro.

Infelizmente algumas pessoas ainda tem preconceito por machismo de usarem supositório de glicerina… pelamor gente! Isso é santo… tira com a mão em segundos a aflição aflição e mal estar do seu filho. Na época meu médico disse…olha espera 2 dias… Se ele não fizer usa o supositório. Eu disse pra ele que sentia muito mas ia usar todo dia porque ver a agonia dele pra mim era o fim. O médico riu e disse… como queira senhora!
Gente… eu sofria de prisão de ventre e sabia o que tinha que fazer… imagina ele que não sabe é tem algo que dói demais dentro dele? Tô fora e usei!

Só recomendo o seguinte… façam o processo olhando para o bumbum do seu filho… num ambiente adequado e forrado. Como diz minha mãe, em bunda de neném e em boca de bêbado não se pode confiar!
Pois é… fiz olhando pra TV e tive que entrar em seguida no chuveiro de roupa… foi o alívio dele e minha derrota!

Voltando as cólicas nada é tão excelente que acalme pra sempre. Faz parte do desenvolvimento. Tem horas que nem luftal, nem colic calm, funchicoria, bolsa térmica, ficar de bruços, fazer o bebê ficar no colo sobre a sua mão quente e muito menos reza brava ajuda.

Serão noite e dias em busca do conforto.

Você vai ficar irritada com a irritação do bebê? Vai…
Você vai morrer de sono porque você não dorme e ele também não? Vai…
Você vai passar por isso muitas vezes sozinha? Vai…
Você vai acreditar que isso nunca vai ter fim? Vai…

Mas juro… passa!

Quando seu bebê completar 4 meses, tudo começará a acalmar…

Eu por exemplo entrei com papinha aos 3 meses… foi muito bom para meu filho… mas isso foi meu caso!! Nem todo médico é assim… Hoje meu filho tem um paladar que é uma comédia! Come coisas que nem eu como!

Mas isso fica para a semana que vem…
Assim vocês não enjoam de ler tanto rs!

Beijos e mais beijos!!

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Sou mãe: Mudei por fora e muito mais por dentro! Por Juliana Brandileone

11992633_863667617051437_630764836_nBem…
Hoje vamos falar de mente e corpo!
A mente já não tá ajudando muito… o cansaço faz a gente dar umas pifadinhas.
O corpitcho sereia então… ui ui ui
Seria simples se estivéssemos falando de qualquer ser humano, mas isso complica e muito quando falamos de uma mãe!

O fato é que nada, mas nada mesmo é igual ao que era antes de ser mãe.

O texto a seguir é para discontrairmos um pouco em cima de tudo aquilo que incomoda muitas de nós e, em hipótese alguma, foi feito para denegrir ou ofender alguém!

Tudo o que está escrito aqui, em escala diferente para cada mulher, atinge diretamente nosso ego. Sendo assim, busquei uma maneira de colocar pra fora mais ou menos o que pode passar na nossa cabeça nos momentos em que a gente conversa sozinha com o espelho e nosso silêncio…

O que a imagem nos revela, nos faz tirar  conclusões que só nós sabemos… e isso, amigas, a gente nunnnca conta para ninguém na mesma intensidade do que sente e vê naquele momento.

Existem mães que são agraciadas pela genética, outras que é só fechar a boca e fazer exercícios que tudo volta pro lugar, outras ainda que resolvem a funilaria com plásticas! Mas a verdade é… a maioria de nós leva mais tempo do que gostaria investindo tempo, dinheiro e emoção nos projetos do tipo “vem ni mim calça jeans”, “projeto verão 2020”, “sou mãe e sou gostosa”  e por aí vai!

Por muitas e muitas vezes, logo após nos tornarmos mães, a gente acaba trocando os produtos de beleza da Vichy pelos produtos “Vixe” – mais uma vez que não deu tempo de nada!

Enfim, para desenvolver esse texto com certa fidelidade e alguns exageros, montei uma mãe Frankenstein… sim, com uma parte de cada mãe que conheço, “montei” uma só!

Você poderá se identificar com uma ou mais partes… mas se for tuuuuudo haja amor kkkk.

Chega de explicações e vamos ao fato!

Tudo começa pela cabeça da gente. Quando engravidamos, vamos aos poucos mudando, mudando e mudando até nos tornarmos mães de verdade. A gente lê tudo, se informa de tudo e quando nossos filhos nascem, a gente esquece tudo ou tem a certeza de que alguém arrancou as páginas do manual da mãe: modo de usar.

São 9 meses de preparo que, na ânsia de ter tudo perfeito para a chegada do baby, vamos queimando a mufa desnecessariamente e pifando alguns neurônios. Sabe o que é pior? Vamos dar falta deles logo mais…mas beleza, sigamos em frente.

Enfim… Do “todo” de ser mãe, vamos às partes…rs

A mulher fica linda grávida.
Pele linda…
Cabelo lindo (que logo começa a cair) e, mesmo com aquele rosto de lua cheia, se sente a poderosa Adele …Rolling in the Deeeeee…eeee….ep…

Não precisa de muita maquiagem… todas as fotos mostram o rosto mais lindo de felicidade!

Dia de parto…  o rosto vira um baiacu! Innnnflaaa… e infla mais ainda de tanto soro depois!!

Vem a foto do parto… que emoção!
Você olha primeiro pro bebê e depois dá de cara com você com aquela touca medíocre do hospital e mesmo assim tá  linda… E quando conseguem pegar a lágrima no canto do olho de emoção da mãe estampada na foto?… aff, um luuuxo!

Plaft… tapa na cara e acabou o encanto lindona. A partir de agora a Adele dá  espaço a Mama Bruscheta no tornado (nada pessoal rs).

Cabelo preso do jeito que dá e nada de maquiagem. Além de não pensar nisso agora, a gente pensa no bebê…qualquer coisa que tenha contato pode gerar alergia. Olheiras… sim elas ressaltam sem os milagrosos corretivos e as noites mal dormidas… mas beleeeeza, você é mãe!

Peito à lá Fafá, enquanto amamenta tudo lindo. Peitão gigaaante, firrrme que alimenta! Alguns maridos sentem até ciúme e jogam paninho em cima kkkkk.

Mas e quem não amamenta? Tem aquele peito imenso, que às vezes empedra e dá um puuuuta trabalho. Ele também vai murchar amigas, e vai te desobedecer na tentativa de ver de perto qual é a cor do esmalte que o dedão do pé tá usando…

Tamanho do sutiã aumenta e você compra um novo pra não parecer um sorvete fora da casquinha com as moitinhas pulando pra fora… Agora você procura um que diminua e ajeite tudo lá dentro bem preso. Passa um tempo, ele diminui!

Nesse estica e puxa juntando com os fatores de tempo e a ausência do silicone, às vezes caem pra valer e às vezes não. O fato é que você quer se sentir poderosa e estufar o peito de leoa e então?

E então que você vai lá e compra tuuuuudo de novo… agora um que empine. .. ressalte, realce e não pareça sutiã de senhorinha… ô lambança!

Os braços… sim eles inflaram também… e aí quando murcham….?? Aff! Tchauzinho agora só de miss! Vizualiza a cena aí e vai…

Enrijece o muque elevando a mão e endurecendo o punho! Fica com braço de Barbie em um L estilizado e balança só  POUCOOOO… só a mãozinha!

Passe por nojenta… dane-se! Bem pior que isso é mostrar aquele braço balangando igual a boca de um bulldog depois de beber água!

Mãos… simmm… elas inchammmm!
A aliança assume um papel de Jack estripador… apeeeeerta sem dó porque você esqueceu de tirar antes rs…

Particularmente, vários dias acordei com a luva do Mickey na minha mão!
Sensação de ter ficado assoprando os dedos durante a noite toda para ficarem daquele tamanho!!

Só Jesus na causa!

Barriguinha enorme e lustrosa durante meses…a gente passa 976 cremes e óleos caaaaros pra caramba na barriga para uma semana antes do parto a barriga descer e você acreditar que dormiu com algum Tundercat… tudo riscado!!!

As estrias chegaram e trouxeram a família para uma infeliz estada!

Pãtaqueoparéu!

Não gente… Não dá para pensar em finesse tamanha raiva que dá! Você cuida pacas e sua pele te trai? Parece que do dia pra noite você trocou o creme por um rastelo!

Nesse momento, você já desesperada, esquece os cremes de gestante que não adiantam mais concheta nenhuma e começa a pensar em qual pomada ou creme vai usar depois que o bebê nascer… haja blog e conselhos de outras mães.

Depois disso a gente ainda pensa…  agora que hospedo uma zebra na barriga vai vir a segunda parte!!!

Essa barriga vai murchar e eu vou parecer aquelas bexigas velhas de fim de festa embaixo da mesa do bolo (complexa a cena), aff que ódio!!

Haja oxitocina!!!

Na parte de trás, nas costas, aqueles dois totós que moram entre a parte de cima e a debaixo do sutiã… pra que isso gente?? Seria uma tentativa de nascimento de peitos nas costas para potencializar a maternidade?

Tenha dó! Desnecessário…

Cintura de pilão!

Oi… onde?… o  bebê saiu da barriga e a barriga não saiu de você, ainda tá lá!!!
Não poderiam ser gentis e tirarem o excesso adiposo como se fosse um programa pró auto estima!? Olha que bacana!! Poderia ser um programa do governo: minha pança, minha vida!

Óóóóó… bacana hein!?

Umbigo… sinônimo de emoticon triste : (
Tá lá… tentando sobreviver a tudo que foi gerado a mais envolta dele! Tenho fé que ele volte a forma de letra O.

Para o corte da cesárea alguns centímetros de pontos… Com o tempo isso vai embora eu sei, mas no pós parto  só serve de referência entre o hemisfério norte e sul do corpo!

Descendo um pouco ppro parquinho, tudo interditado… grama aparada. Para o parto normal um tempo para tudo voltar ao que era na medida do possível… tem gente que não tem tanta sorte quanto ao voltar ao normal… mas beleza.

Para a cesárea, a gente lembra que depende daquela parte adormecida para fazer xixi… e só!

Tem gente que não vê a hora de passar a quarentena para ter diversão… tem muuuuita gente que tenta acordos frustrados com RÁ – Deus do Sol para que os dias não passem kkkkkk e as noites não cheguem! A volta da diversão nem sempre é simples e fácil… As mulheres entendem, muitos homens não.

Coxas perfil Tender… roliças, tenras e grandes… e com alguns buraquinhos. Nesses buraquinhos estão escritos várias palavras de amor em braile…. tenho certeza, mas ninguém entende, nem nós!

Bumbum… bem, esse é bem particular pois existem várias formas e tamanhos. Tem gente que fica feliz que cresce um pouco… tem gente que quer morrer com medo de causar um deslocamento de ar de tanto que cresceu… o fato é que rebolamos sem jeito por um tempo, acostumamos e aprimoramos o gingado!

Alguns joelhos sofrem… por peso ou por circunferência, o fato é que é um lugar danado pra reter líquido. Dali pra canela algumas vezes perde-se o contorno da panturrilha e tornozelo e vira tudo uma coisa só… parece que a gente está andando um cima de uma bobina de papelão.

Pés… Antes de engravidar um tamanho e sapatos lindos… Depois… broa!

Quase nada serve nos primeiros dias.
Havainas e rasteirinhas pra que te quero…
Crocs amados me sigam! Feio que parece o sapato da Margarida do Pato Donald, mas confortável como uma nuvem!
Duro é esquecer que está calçada assim e ir pra rua…Ui! a gente sempre encontra alguém.

Palmas para as mães que saem da maternidade no salto! Os pés precisam de um tempo… fato!

Se desse até sugeriria uma separação de corpos kkkk, pé descansa que já volto! Na vaidade a gente insiste e um segundo parto quase acontece! Dói hoje…, mas depois volta… tudo volta, mas hoje não, me passem meu chinelinho please.

Depois de escrever e ler tudo isso, chego a uma conclusão!

Cada uma do seu jeito passa por esses perrengues temporários. Mas somos mulheres, aprendemos a ser vaidosas desde pequenas e como toda mulher, desejamos ser lindas e poderosas pra sempre!

No momento mais mágico da vida que é o de gerar um filho (para e pensa na complexidade disso que acontece sozinho sem as mãos de ninguém) abrimos mão do corpo perfeito para sermos super mães.

Literalmente abrimos espaço dentro de nós para uma vida! É muito amor envolvido nisso…

É necessário se amar… Se cuidar… para também fazer isso por alguém.

Passado o encantamento, vem o contato com a realidade. Apelamos para tudo quando queremos nosso corpo de volta.

Cremes poderosos, academia, comer em prato de sobremesa pra comer menos, Dietas da Lua, do limão, da proteína etc, tratamentos estéticos, da USP, até simpatia de comer de ponta cabeça pra emagrecer (essa funciona pq não fica nada no garfo) … o que der resultado e couber no bolso é lucro e a gente aceita.

Com tudo isso, se o corpo não é mais o mesmo e volta com o tempo, tem outras duas partes do corpo que nunca mais voltarão ao tamanho normal: CORAÇÃO E A MENTE.

Neles passam a habitar o amor mais incondicional do planeta… Com 1, 2, 3 ou quantos forem os filhos o amor não é dividido…É somado!

Passamos a olhar com outros olhos para o mundo e para as pessoas. Nada é maior do que a prioridade da saúde e bem estar dos nossos filhos…nada!

Lembrei até da música que diz: “Por você… Eu tomaria banho gelado no inverno”… Se isso fosse verdade e só tivesse 1 banho quente disponível, sem sombra de dúvidas abriria mão pelo meu filho, seria dele!

Mas passado um tempo, a gente consegue começar a ajustar o nosso jeito de ser mãe e volta a ter o tempo da gente…
Cada uma, de modo particular, tem a sua vaidade guardada…

Cada uma, do seu jeito, ainda sabe do que gosta ou não em si…e a maneira como se sente bem.

O importante nisso tudo é ser feliz com você mesma. Se tudo voltar a ser como antes amém e se não voltar amém também!

Vença o autojulgamento… seja livre. Olhou e não gostou… tente mudar por si, não espere ouvir de nenhuma pessoa que possa te rotular. Corre atrás do prejuízo sem adoecer e enlouquecer. Tudo que é conquistado aos poucos tem seu valor.

Ninguém é perfeito…graças a Deus ou seríamos um monte de pessoas Lego andando por aí.

Vivemos sim ainda num mundo que cultua a melhor forma física como sendo a melhor opção, mas de verdade e outra vez, o legal é ter saúde e ser feliz.

A magreza ainda impera no mundo das belas, mas garanto que tem muitas gordinhas que mandam muito bem no quesito autoconfiança… As mães não dependem de uma imagem física para serem amadas, quistas e respeitadas.

Se ficaram defeitos no corpo, não os valorize!

Encontre nas suas qualidades muitos outros motivos para que esses defeitos fiquem reduzidos a pó. Quando a gente está segura de si, o mundo não te derruba porque você o conquista!

Você é mãe mulher…
Ganhou super poderes… então abuse deles!

Você sente de longe…
Você pressente…
Você interpreta gestos sem palavras…
Você entende um olhar…
Você percebe o silêncio da angústia…
Você conhece o brilho nos olhos…

Seu abraço acalma…
Seu beijo cura…
Suas mãos dão segurança…
Seu sorriso aprova…
Seu coração sempre compreende…
Seu cheiro que não tem igual…

E tudo isso veio de presente para você quando permitiu que uma vida fosse gerada em você!

Seja feliz e curta tudo o que a maternidade te trouxe. Toda marca tem história para contar!

Não existe no mundo uma pessoa mais linda do que a mãe para um filho!

Beijos e até a próxima.

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Imagem: internet