Hospital terá de indenizar mãe pela má prestação de serviços durante o parto

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que condenou um hospital a indenizar uma mãe pela má prestação dos serviços durante o parto de sua filha, que, em razão das falhas procedimentais, teve sequelas cerebrais de caráter permanente.

 

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De acordo com o processo, ao ser internada, a paciente passou por uma cesariana tardia, fato que ocasionou várias sequelas de caráter permanente na criança, como paralisia cerebral, epilepsia e atrofia cerebral, pois ficou sem oxigenação e sem monitoramento cardíaco durante 29 minutos entre a conversão do parto normal para o cesáreo.

Em primeira instância, o hospital foi condenado a pagar R$ 30 mil por danos morais, com correção monetária desde a decisão, além de juros de mora, contados a partir da data do fato.

Imperícia e negligência

O tribunal gaúcho considerou que houve imperícia e negligência por parte do hospital, visto que a perícia técnica comprovou que a criança ficou sem acompanhamento durante o parto. Concordou que o hospital deveria indenizar os danos causados.

No STJ, o hospital alegou que sua responsabilidade só poderia ser estabelecida mediante aferição de culpa, mas a paciente não teria conseguido demonstrar a ocorrência de ato culposo.

A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, lembrou que a pretensão da paciente não se voltou para a responsabilização de um médico ou de profissionais que participaram do procedimento, mas diz respeito exclusivamente ao defeito na prestação do serviço hospitalar.

A ministra explicou que a responsabilidade civil do médico “difere frontalmente daquela atribuível aos estabelecimentos hospitalares e casas de saúde, no que concerne à forma de determinação do dever de indenizar”.

Segundo ela, a responsabilidade dos médicos que atuam no hospital é subjetiva, apurada mediante verificação de culpa, enquanto a responsabilidade do hospital é objetiva, limitando-se “aos serviços relacionados ao estabelecimento empresarial, tais como a estadia do paciente (internação), instalações, equipamentos e serviços auxiliares (enfermagem, exames, radiologia)”.

Fundamento adicional

Para a ministra, na hipótese, ficou constatada a responsabilidade objetiva do hospital, tendo em vista que as instâncias de origem expressamente reconheceram um defeito no serviço prestado por ele, isto é, falha na prestação de serviços atribuíveis e afetos única e exclusivamente ao próprio estabelecimento hospitalar.

A ministra sublinhou, ainda, que haveria fundamento adicional à responsabilização do hospital, uma vez que também teria sido reconhecida pela corte local a conduta inadequada dos profissionais envolvidos no procedimento, o que, “por si só, configuraria a culpa dos mesmos e, consequentemente, em solidariedade, dever-se-ia responsabilizar, também, a instituição hospitalar”.

De acordo com a turma, como o próprio TJRS reconheceu a responsabilidade objetiva do hospital em razão do defeito ou da má prestação do serviço, não é possível alterar essa conclusão, pois demandaria o reexame de fatos e provas dos autos, algo vedado em recurso especial pela Súmula 7 do STJ.

Leia o acórdão.

 

Esta notícia refere-se ao(s) processo(s):REsp 1621375
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Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

 

Por Raquel Brito

Não existe criança difícil, o difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas, ocupadas, sem paciência e com pressa. Existem pais, professores e tutores que se esquecem de um dos compromissos mais importantes da educação de uma criança: o de oferecer aventuras infantis.

Este é um problema tão real que, por vezes, podemos ficar preocupados pelo simples fato de uma criança ser inquieta, barulhenta, alegre, emotiva e enérgica. Há pais e profissionais que não querem crianças, querem robôs.

O normal é que uma criança corra, voe, grite, experimente, e faça do seu ambiente um parque de diversões. O normal é que uma criança, pelo menos nas idades prematuras, se mostre como ela é, e não como os adultos querem que ela seja.

Mas para conseguir isso, é importante entender duas coisas fundamentais:

  • A agitação não é uma doença: queremos um autocontrole que nem a a natureza nem a sociedade fomenta.
  • Fazemos uma favor às crianças se as deixarmos ficar aborrecidas e evitarmos a superestimulação.

Doenças? Medicação para as crianças? Por quê?

Mesmo estando muito na moda no setor de saúde e escolar, a verdadeira existência do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é muito questionável, pelo menos da forma exata como está concebido. Atualmente considera-se que este transtorno é uma caixa onde se amontoam casos diversos, que vão desde problemas neurológicos até problemas de comportamento ou de falta de recursos e habilidades para encarar o dia a dia.

As estatísticas são esmagadoras. Segundo dados do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais IV- TR (DSM-IV TR), a prevalência do TDAH nas crianças é de 3 a 7 casos por cada 100 meninos e meninas. O que preocupa é que a hipótese biológica subjacente a isto é simplesmente isso, uma hipótese que é comprovada por ensaio e erro com raciocínios que começam por “parece que isto ocorre porque…“.

Enquanto isso, estamos supermedicando as crianças que vivem conosco porque elas mostram comportamentos perturbadores, porque não nos mostram atenção e porque parecem não pensar quando realizam as suas tarefas. É um tema delicado, por isso temos que ser devidamente cautelosos e responsáveis, consultando bons psiquiatras e psicólogos infantis. 

Partindo desta base, devemos destacar que não existe um exame clínico nem psicológico que determine de forma objetiva a existência do TDAH. Sem dúvida os exames são realizados com base em impressões e realização de provas distintas. O diagnóstico é determinado com base no momento em que são realizadas e na impressão subjetiva destas provas. Inquietante, não é?

Não podemos esquecer que estamos medicando as crianças com anfetaminas, antipsicóticos e ansiolíticos, os quais podem causar consequências nefastas no desenvolvimento neurológico delas. Não sabemos qual vai ser a repercussão deste medicamento e muito menos do uso excessivo do mesmo. Um medicamento que apenas vai reduzir a sintomatologia, mas que não reverte de forma alguma o problema.

Parece uma selvageria, mas… Por que isso continua? Provavelmente um dos motivos é o financeiro, pois a indústria farmacêutica move bilhões graças ao tratamento farmacológico administrado às crianças. Por outro lado está a filosofia do “melhor isto do que nada”. O autoengano da pílula da felicidade é um fator comum em muitas patologias.

Deixando de lado rótulos e diagnósticos que, na proporção em que se dão, tornam-se questionáveis, devemos colocar os freios e ter consciência de que muitas vezes os que estão doentes são os adultos, e que o principal sintoma é a má gestão das políticas educativas e das escolas.

Cada vez mais especialistas estão tomando consciência disto e procuram impor restrições a pais e a profissionais que sentem a necessidade de colocar a etiqueta de TDAH em problemas que, muitas vezes, provêm principalmente do meio familiar e da falta de oportunidades dadas à criança para desenvolver as suas capacidades.

Como afirma Marino Pérez Álvarez, especialista em Psicologia Clínica e professor de Psicopatologia e Técnicas de Intervenção na Universidade de Oviedo, o TDAH nada mais é que um rótulo para comportamentos problemáticos de crianças que não têm uma base científica neurológica sólida como é regularmente apresentada. Ele existe como um rótulo infeliz que engloba problemas ou aspetos incômodos que efetivamente estão dentro da normalidade.
“Não existe. O TDAH é um diagnóstico que carece de identidade clínica, e a medicação, longe de ser propriamente um tratamento, é na realidade doping”, afirma Marino. Generalizou-se a ideia de que o desequilíbrio neurológico é a causa de vários problemas, mas não há certeza de que ele seja causa ou consequência. Isto é, os desequilíbrios neuroquímicos também podem ser gerados na relação com o que rodeia a criança.
Ou seja, a pergunta adequada é a seguinte: o TDAH é ciência ou ideologia? Convém sermos críticos e olharmos para um mundo que fomenta o cerebrocentrismo e que procura as causas materiais de tudo sem parar para pensar sobre o que é a causa e o que é a consequência.
Partindo desta base, deveríamos pensar em quais são as necessidades e quais são os pontos fortes de cada criança e de cada adulto suscetível a ser diagnosticado. Abordar isto de maneira individual proporcionará mais saúde e bem-estar, tanto dos pequenos como da sociedade em geral. Então, a primeira coisa que devemos fazer é uma análise crítica de nós mesmos.

 

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Fonte: Clube Materno

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

Teatro BTC – Novo teatro na Zona Sul de São Paulo

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Pessoal, olha que legal para quem mora na região.

Foi inaugurado há poucos dias o Teatro BTC, o espaço está localizado na região Centro-Sul de São Paulo, entre os bairros da Vila Mariana, Vila Clementino, Chácara Klabin, Planalto Paulista, Saúde e Ipiranga e a 300mts da Avenida Ricardo Jafet.

O teatro fica próximo a estação do Metrô Alto do Ipiranga contando com 170 confortáveis lugares, o teatro tem um projeto bem moderno, com uma acústica impecável.

O teatro será administado pela produtora Teatro é 1 Barato, empresa com mais de  17 anos de experiência em produções teatrais.

Estive na inauguração do teatro, no último dia 15, e pude verificar  vários diferenciais nele:

*O principal, é perto de casa, seria tão bom se todos os bairros tivessem seus teatros.
* Além do preço acessível, há alguns sites que vendem os ingressos com desconto.

*100% atendido por sistema de ar condicionado, é bom mesmo, mas vale a pena sempre ter um casaquinho para garantir;
*Acessibilidade, espaço para cadeirantes ( a principal causa de nossa página) e assentos para obesos.
*6 amplos banheiros (2 femininos, 2 masculinos e 2 para deficientes físicos totalmente
equipado)
*Estacionamento coberto conveniado para mais de 300 veículos  (R$ 15,00)
*Um lindo Jardim de convivência
*Espaço para recarga de bateria de celular (tipo para nós mamães que queremos sempre fazer um book de fotos de nossos filhinhos)
*Trocador para mamães com bebês de colo, redutor de assento e banqueta de suporte para crianças menores ( super importante para nós)
*Amplo espaço para carrinhos de bebês

*Aceita todos os cartões de crédito, inclusive parcela.
*Assento elevado para crianças
*Área kids (em implantação)
*Pipocaria/Bomboniere/Café
*Ingressos sem emissão de papel (em implantação)
*Restaurante em anexo

Em breve, será o primeiro Teatro do Brasil que aceitará os queridos pets do frequentadores!

Na inauguração tive a oportunidade de assistir, o stand up De volta para o passado, e eu e o marido gostamos bastante.

IMG_4735Já fui com a pequena ao café da manhã da Frozen, e te digo uma coisa, todos os dias a #deusadafofícia quer tomar café com a Frozen, o que mais gostei, foi a atenção que as atrizes deram para as crianças, elas realmente interagiram com elas. Minha filha amou.

As peças são bem legais, e a programação você poderá conferir na página do Teatro é um barato

Para mim o mais legal, é ter um teatro , com boas peças perto de casa , acessível, com peças adulto e infantil, fica bem mais fácil ir ao teatro.

Seria tão bom todos terem acesso a cultura perto de suas casas.

Venha conhecer o PEQUENO NOTÁVEL, como o teatro está ficando conhecido, com certeza você voltará.

Maiores informações:

Teatro BTC Metrô Alto Ipiranga
Rua Santa Cruz, 2105 – Vila Mariana – SP (à 400mts do Metrô Alto do Ipiranga)
http://www.teatrobtc.com – facebook/btcteatro
Fone: (11) 2389-2624 – Whatsapp (11) 94848-8546
Bilheteria: de Sexta a Sábado das 13H até o último espetáculo – Domingo a partir das 9h

 

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Primeiro parque aquático do Mundo para pessoas com deficiência abre finalmente

Com o início da primavera aqui no Brasil, daqui há alguns dias, o sol trincanco – surge aquela vontade de dar uns bons mergulhos numa piscina para nos refrescarmos, por isso é normal que as pessoas procurem os parques aquáticos não só para se aliviarem do calor que se faz sentir, como também para se divertirem um pouco.

Infelizmente, aqui no Brasil, as pessoas com necessidades especiais acabam sempre sendo excluídas destas atividades devido à falta de condições que lugares costumam apresentar relativamente às suas necessidades, não só de mobilidade, como de conforto.

Foi pensando nisso que foi criado o primeiro parque aquático projetado especificamente para pessoas com deficiência – Morgan’s Inspiration Island (“Ilha Inspiração de Morgan”) – em San Antonio, Texas, Estados Unidos – onde é possível proporcionar uma experiência segura, confortável e divertida a pessoas que precisam de cuidados extra.

Com cadeiras de rodas PneuChairs, à prova d’água e impermeáveis ​​disponíveis para as famílias poderem alugar gratuitamente, este é um local acessível para cadeiras de rodas e onde crianças com “necessidades especiais” podem entrar gratuitamente.

Gordon Hartman, o seu fundador, disse numa entrevista: “(Não) é um parque de necessidades especiais; É um parque de inclusão”.

Quem sabe algum investidor aqui no Brasil, gosta da idéia e em breve teremos um parque assim… Vamos torcer para isso!!!!

Veja algumas das fotos tiradas neste parque aquático que faz as delicias de tantas pessoas 🙂

 

 

Fonte: http://www.inspiringlife.pt 

Como cortar as unhas do bebê?

 

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Essa é a outra tesoura, NÃO recomendo

Um dos primeiros desafios que nós mamães temos que enfrentar nos primeiros dias de nascimento de nossos bebês é aprender cortar as unhinhas deles.

E te confesso, não é uma tarefa fácil! Eu depois de muito tempo ( tipo 3 anos) virei craque nisso… Eu e minha super tesourinha arrasamos. kkkk Então acho legar compartilhar com vocês algumas dicas.

Quando devo cortar as unhas do bebê pela primeira vez?

Em alguns casos, os bebês já nascem com as unhas bem grandes, e que acaba fazendo o primeiro corte é a enfermeira, na maternidade. A minha pequena chegou em casa com garras de Wolverine, e eu tive logo que aprender a lidar com isso. Apesar das unhas serem bem fininhas, o corte não é fácil, pois ainda estamos nos acostumando com eles.

Uma amiga me disse que ela lixava as unhas do bebê dela, e lá fui eu tentar… Tentei com malha, com lixa de kits de maternidade, com lixa minha (claro nova) e nada de dar certo.

Tentei esperar um pouco colocando as tais luvinhas que evitaria que ela se arranhasse, mas então, eu aqui mãe noiada de primeira viagem, acchou que ela perderia o movimento das mãos.

Com isso, tomei coragem e fui lá cortar as unhas da #deusadafofícia. Acontece que eu havia comprado 2 tipos de tesoura e um alicate (trim), porque uma não bastava. Com o trim, foi impossível, com uma tesoura que ganhei num kit, missão quase impossível, porque ela cortava além de onde um mirava, foi aí que conheci a #melhortesouraparaunhasdebebês

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Nüby – Melhor tesoura do mundo

Qual cortador de unhas devo usar?

Depois que  tomei coragem e fui lá cortar as unhas da #deusadafofícia. Fiquei na dúvida de qual usar. Acontece que eu havia comprado 2 tipos de tesoura e um alicate (trim), porque uma, não bastava. Com o trim, foi impossível, com uma tesoura que ganhei num kit, missão quase impossível, porque ela cortava além de onde um mirava, foi aí que conheci a #melhortesouraparaunhasdebebês, ela é pequena com pontas redondas própria para isso.

Já existem no mercado cortadores de unha com lupa, que aumentam sua visão do local de corte, facilitando a tarefa e reduzindo o risco de lesões. Essa eu nem tentei.

É importante resssaltar, que tanto a tesoura quanto a lixa sejam usadas exclusivamente para cortar as unhas do bebê, evitando a contaminação e reduzindo o risco de infecções.

Como deve ser feito o corte das unhas?

Para cortar as unhas do seu bebê, siga este passo a passo:

  • Nos 1ºs meses procure um ambiente tranquilo, bem iluminado, sem barulhos ou distrações, porém, quando eles tiverem uns 3 a 4 meses, vale a pena por um desenho, ou pedir ajuda para segurá-los, porque eles se mexem muito;
  • Busque a tesoura e a lixa e garanta que elas estejam bem limpinhas, eu lavava a tesoura e depois desinfetava com álcool gel ( faço isso até hoje, filhota com 3 anos);
  • Lave suas mãos, e quando eles são maiorzinhos lave a deles;
  • Garanta que você e o bebê estão em uma posição confortável;
  • Segure a mãozinha da criança, pressionando a ponta do dedo para baixo, deixando a unha mais visível;
  • Realize um corte reto e não busque arredondar os cantos,e nem tirar cantinhos;
  • Não deixe a unha muito curta para reduzir o risco de inflamações;
  • Fica mais fácil cortar quando eles estão dormindo;
  • Se necessário, lixe os cantos das unhas para que o bebê não se arranhe;
  • E se nada disso der certo, ou a unha encravar, vale a pena falar para vocês que existem especialistas em corte de unhas de bebês. Então, se você realmente não tiver coragem,  ou encravar a unha do seu bebê, você pode procurar um especialista, é bem normal acontecer isso.

Como eu garanto que o bebê não vai se mexer enquanto eu corto as unhas?

Segure a mãozinha dele bem firme, a #deusadafofícia é treinada desde pequena, eu dizia não se mexe nem respira e até hoje ela obedece. Mas a minha afilhada parece o boi bandido em dia de rodeio, quando é dia de cortar as unhinhas dela, fora que em um pé ela tem mais cocegas que no outro. O mais importante é que você esteja segura nesse momento, mas se rolar uma insegurança que é bem normal,  principalmente nos primeiros cortes, você pode contar com a ajuda de uma segunda pessoa. Assim, enquanto um segura a mãozinha do bebê o outro faz o corte das unhas. Te digo com a minha afilhada é assim, desde 6 meses são duas pessoas para cortar as unhas dela.

Cortar as unhas machuca o bebê?

Não. Assim como quando você corta as suas unhas, não se machuca. Mas pode rolar uma choradeira, mais pelo fato de você segurar firme a mãozinha do bebê do que o corte em si.

Se o choro te desconcentrar muito e acabar te impedindo de cortar as unhas adequadamente, vale a pena tentar realizar a tarefa enquanto o bebê está adormecido. Eu particularemente nunca fiz.

Por que é importante cortar as unhas do bebê?

Porque há o risco do bebê se arranhar e acabar se machucando. As unhas compridas permitem o acúmulo de sujeiras e micro-organismos o que é um perigo já que o bebê vive colocando a mão na boca.

Com que frequência devo cortar as unhas do bebê?

As unhas do bebê crescem rápido, então geralmente é necessário cortar as unhas da mão toda semana e as do pé a cada 2 a 3 semanas.

O que fazer caso a unha do bebê encrave?

Se o canto da unha do bebê começar a ficar vermelho, inflamado e parecer que o bebê está sentindo dor no local, é preciso ter alguns cuidados especiais e ficar de olho na progressão do quadro.

Molhar os dedos da criança com água morna e sabão duas vezes por dia e aplicar uma pomada cicatrizante ou um óleo, massageando o local com movimentos circulares costuma resolver o problema. Se a inflamação começar a se espalhar, com todo o dedo ficando vermelho, e o bebê desenvolver febre, procure o pediatra.

E se você ficar insegura de cortar a unha depois, não se acanhe de levá-lo em um profissional para cortar a unha dele.

Como evitar que a unha do bebê encrave?

É só não cortar as unhas dele muito curtas e sempre em movimento reto, sem arredondar nas laterais.

Na época que a criança começa a engatinhar e arrastar as mãozinhas no chão, é quando as unhas encravadas mais comumente aparecem. Redobre os cuidados para que isso não ocorra.

Agora que você já aprendeu a cortar direitinho as unhas do seu bebê, não deixe de conferir os outros posts do blog! E qualquer dúvida é só deixar um comentário aqui embaixo pra nós!

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Festa Masha e o Urso – Idéias – Por Leticia Lefevre

Este ano a #deusadafofícia escolheu como tema para comemorar seu 3º aniversário o tema: Masha e o Urso

Apesar de parecer um tema simples, não é muito, pois há um leque de opções para se explorar.

Gostaria de compartilhar com vocês as idéias que tive para a festinha dela.

Fornecedores:

Bexigas e vestido: Aliexpress

Displays, Muro inglês, Tapete, Bolo Fake, bandejas quadradas, suporte de bexigas: Sonhen Decorações

Bolo da Masha e cupcakes: Magic Cake

Pula Pula: Ricardo Eventos

Personalizados, brigadeiros de urso, maçãs de chocolate e pirulitos de chocolate: Leticia Lefevre

Decoração da mesa: Leticia, Thaia e Irene

Mobiliários, bandejas de troncos, suqueiras, cestas, caixa de abelhas, caixotes, porta retratos : Acervo pessoal

Brigadeiros Gourmet: Vovó Célia

Bonecos: Acervo pessoal

Espaço kids: Leticia, Thaia e Irene

Salgados, docinhos simples e Churros: Capri Kit Festas

Garçons: garçonetes.com

Adeus Chupeta… Como tirei a chupeta do meu bebê

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Hoje, depois de uma semana, digo com alegria: adeus chupetas.

Desde o dia 12/1 a #deusadafofícia deu Adeus as chupetas.

Começou com uma brincadeira no carro, disse a ela que agora como ela era menina grande como a Lelê, ela não deveria chupar mais chupeta. Então, inesperadamente ela me deu a chupeta e fomos para casa. Quando chegamos em casa ela lembrou da chupeta que ficava presa no bichinho dela, chorou muito, devolvi a chupeta e conversei com ela que se ela desse a chupeta para a fada ela ganharia 2 fantasias uma da Branca de neve e outra da Rapunzel. Ela me devolveu a chupeta, pegamos todas e colocamos num pote para a fada vir buscar e levar para os bebês da creche que não tem mamãe.

No dia seguinte, não acreditando muito peguei as chupeta pus na bolsa e coloquei a fantasia lá. Quando ela acordou a fantasia da Rapunze estava lá! Ela ficou muito feliz. Ela ficou o dia inteiro sem chupeta e falou para a vovó: não chupo mais chupeta, sou menina grande. Dai a vovó e ela foram de “ombius” até o comércio local comprar o que ela quisesse. Ela escolheu uma Frozen que canta… Eu dei um voto de confiança a ela e dei a outra fantasia.

Parece que foi fácil né? Mas não foi fácil assim… ela nunca mais pediu a chupeta, mas vejo claramente a falta que ela sente. Faz mais de uma semana que ela tem dificuldade de dormir tanto à noite como de tarde. Já me disseram que depois de um mês volta ao normal! Tenho fé 🙏 . Não posso esquecer que ela deixou um vicio de lado. Que se para nós e difícil largar um vicio imagine para uma criança de 2 anos. Mas estamos indo de boa. Estou cansada, indo dormir tarde, tendo que lidar com ela mais carente, rolando muito boi bandido, mas muito feliz por que essa decisão partiu Dela.

Se me arrependo de ter dado chupeta? Sinceramente, não! Ela me ajudou quando eu fiquei 24h sem dormir, nos momentos de transição e quando eu precisei quando ela era bebê. Mas agora Adeus! É hora de partir… Minha menina cresceu. #chupeta #adeuschupeta #meubebecresceu #instakids #goodbye #pacifier #goodbyepacifier #partiu #partiupepe

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Caso tenha alguma dúvida escreva para: contato@maesemacao.com.br que eu terei o prazer em te ajudar…