Bebê com síndrome misteriosa será transferido para São Paulo

Lorenzo Silva Gonçalves, de apenas quatro meses, luta pela vida e enfrenta uma síndrome que ainda não foi identificada pelos médicos.

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O bebê Lorenzo Silva Gonçalves, que luta pela vida há quatro meses por conta de um conjunto de malformações congênitas, será transferido, nesta quinta-feira (5), para um leito de UTI Pediátrica da Santa Casa de São Paulo, hospital geral e de ensino com serviço de excelência em atendimento infantil. Ele nasceu em maio deste ano, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, e estava aguardando vaga em uma UTI Pediátrica em Santos.

A vaga foi obtida pela Prefeitura de Santos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em contato direto com o gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, que mostrou-se sensível ao caso, após dificuldade de apoio da Diretoria Regional de Saúde (DRS-4).

De acordo com a Prefeitura de Santos, a criança, cuja família veio da cidade de Sete Barras, recebe toda assistência médica desde o nascimento no Hospital dos Estivadores. Devido ao seu quadro clínico, ela requer cuidados médicos especiais e passa por diversos exames e procedimentos para a manutenção da vida.

Caso

Filho da dona de casa Vanilza Lopes e do trabalhador rural Carlos Alberto da Silva Gonçalves, ambos de 50 anos, o menino nasceu no Hospital dos Estivadores com uma válvula do coração aberta e com insuficiência respiratória. Foi então encaminhado à UTI para recém-nascidos, onde deveria ficar por somente um mês. Ele e mulher se mudaram de Sete Barras, na região do Vale do Ribeira, interior paulista, há oito meses para Santos.

Sem respostas sobre o real problema do bebê, os pais foram informados, informalmente, há aproximadamente um mês, que o filho deveria estar em uma UTI Pediátrica e ficar sob acompanhamento de especialistas. “Foi aí que a gente começou a reagir novamente e voltou a lutar junto com ele, até conseguirmos uma transferência para a UTI Pediátrica”, contou o pai.

Por meio de nota, a Prefeitura de Santos informou que solicitou a transferência de Lorenzo para o estado a uma UTI Pediátrica pela primeira vez em 10 julho. Entretanto, a Central de Regulação de Vagas da Baixada Santista (Cross), vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, afirmou não ter qualquer responsabilidade sobre o caso. O estado esclareceu que, por meio do Cross, somente é responsável pela regulação de casos de urgência e emergência.

Lorenzo foi encaminhado pelo Hospital dos Estivadores à Santa Casa nesta terça-feira (3), após o apelo dos pais e a imprensa solicitar esclarecimentos sobre o caso para a Prefeitura de Santos e à Secretaria de Saúde do Estado.

Fonte e foto: http://www.globo.com 
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Hospital terá de indenizar mãe pela má prestação de serviços durante o parto

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que condenou um hospital a indenizar uma mãe pela má prestação dos serviços durante o parto de sua filha, que, em razão das falhas procedimentais, teve sequelas cerebrais de caráter permanente.

 

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De acordo com o processo, ao ser internada, a paciente passou por uma cesariana tardia, fato que ocasionou várias sequelas de caráter permanente na criança, como paralisia cerebral, epilepsia e atrofia cerebral, pois ficou sem oxigenação e sem monitoramento cardíaco durante 29 minutos entre a conversão do parto normal para o cesáreo.

Em primeira instância, o hospital foi condenado a pagar R$ 30 mil por danos morais, com correção monetária desde a decisão, além de juros de mora, contados a partir da data do fato.

Imperícia e negligência

O tribunal gaúcho considerou que houve imperícia e negligência por parte do hospital, visto que a perícia técnica comprovou que a criança ficou sem acompanhamento durante o parto. Concordou que o hospital deveria indenizar os danos causados.

No STJ, o hospital alegou que sua responsabilidade só poderia ser estabelecida mediante aferição de culpa, mas a paciente não teria conseguido demonstrar a ocorrência de ato culposo.

A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, lembrou que a pretensão da paciente não se voltou para a responsabilização de um médico ou de profissionais que participaram do procedimento, mas diz respeito exclusivamente ao defeito na prestação do serviço hospitalar.

A ministra explicou que a responsabilidade civil do médico “difere frontalmente daquela atribuível aos estabelecimentos hospitalares e casas de saúde, no que concerne à forma de determinação do dever de indenizar”.

Segundo ela, a responsabilidade dos médicos que atuam no hospital é subjetiva, apurada mediante verificação de culpa, enquanto a responsabilidade do hospital é objetiva, limitando-se “aos serviços relacionados ao estabelecimento empresarial, tais como a estadia do paciente (internação), instalações, equipamentos e serviços auxiliares (enfermagem, exames, radiologia)”.

Fundamento adicional

Para a ministra, na hipótese, ficou constatada a responsabilidade objetiva do hospital, tendo em vista que as instâncias de origem expressamente reconheceram um defeito no serviço prestado por ele, isto é, falha na prestação de serviços atribuíveis e afetos única e exclusivamente ao próprio estabelecimento hospitalar.

A ministra sublinhou, ainda, que haveria fundamento adicional à responsabilização do hospital, uma vez que também teria sido reconhecida pela corte local a conduta inadequada dos profissionais envolvidos no procedimento, o que, “por si só, configuraria a culpa dos mesmos e, consequentemente, em solidariedade, dever-se-ia responsabilizar, também, a instituição hospitalar”.

De acordo com a turma, como o próprio TJRS reconheceu a responsabilidade objetiva do hospital em razão do defeito ou da má prestação do serviço, não é possível alterar essa conclusão, pois demandaria o reexame de fatos e provas dos autos, algo vedado em recurso especial pela Súmula 7 do STJ.

Leia o acórdão.

 

Esta notícia refere-se ao(s) processo(s):REsp 1621375

CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN SÃO FOTOGRAFADAS EM RELEITURAS DE QUADROS FAMOSOS

Com o intuito de dar mais representatividade as pessoas com síndrome de Down a fotógrafa albanesa Soela Zani produziu uma série de fotos de crianças com essa característica genética, em poses e figurinos de pinturas famosas para mostrar que “toda pessoa é uma peça de arte”. Especializada em fotos de família, Zani caprichou na reprodução das imagens e o resultado ficou muito lindo.

Após o primeiro contato da fotógrafa com alguém com síndrome de Down foi em 1987, quando o assunto ainda era tabu e a família parecia indevidamente constrangida com a presença da criança, a fotógrafa Zani começou a reparar na forma dessas pessoas se portarem. Ela aproveitou sua experiência como fotógrafa e retratou crianças com Síndrome de Down em releituras de quadros famosos.

A fotografa relatou em seu álbum de trabalho publicado no facebookTrabalhar com crianças com a síndrome de Down é igual trabalhar com crianças sem a síndrome. Ambos os lados são igualmente imprevisíveis e igualmente fáceis de lidar”.

Veja que lindas algumas fotos:

"Sister Tone" - por Kol Idromeno | Foto: Soela Zan
“Sister Tone” – por Kol Idromeno | Foto: Soela Zani

"The Infant Samuel" - por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zan
“The Infant Samuel” – por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zani

"Harriet Ann Seale" - por John Hoppner | Foto: Soela Zan
“Harriet Ann Seale” – por John Hoppner | Foto: Soela Zani

"Master John Heathcote" - por Master John | Foto: Soela ZanHeathcote
“Master John Heathcote” – por Master John | Foto: Soela Zani

"Boy and Rabbit" - por Henry Raeburn | Foto: Soela Zan
“Boy and Rabbit” – por Henry Raeburn | Foto: Soela Zani

"The Fifer" - por Edouart Manet | Foto: Soela Zan
“The Fifer” – por Edouart Manet | Foto: Soela Zani

"Clara Serena Rubens" - por Peter Paul Rubens | Foto: Soela Zan Right
“Clara Serena Rubens” – por Peter Paul Rubens | Foto: Soela Zani

Miss Bowles" - por Joshua Reynold | Foto: Soela Zan
Miss Bowles” – por Joshua Reynold | Foto: Soela Zani

"Paulo as Harlequin" - por Pablo Picasso | Foto: Soela Zan
“Paulo as Harlequin” – por Pablo Picasso | Foto: Soela Zani

"Master Bunbury" - por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zan
“Master Bunbury” – por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zani

"Gabrielle Arnault as a Child" - por Louis-Léopold Boilly | Foto: Soela Zan
“Gabrielle Arnault as a Child” – por Louis-Léopold Boilly | Foto: Soela Zani

"The Dancer" - por Pierre Auguste Renoir | Foto: Soela Zan
“The Dancer” – por Pierre Auguste Renoir | Foto: Soela Zani
"Prima Ballerina" - por Edgar Degas | Foto: Soela Zan
“Prima Ballerina” – por Edgar Degas | Foto: Soela Zani

 

 

Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

 

Por Raquel Brito

Não existe criança difícil, o difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas, ocupadas, sem paciência e com pressa. Existem pais, professores e tutores que se esquecem de um dos compromissos mais importantes da educação de uma criança: o de oferecer aventuras infantis.

Este é um problema tão real que, por vezes, podemos ficar preocupados pelo simples fato de uma criança ser inquieta, barulhenta, alegre, emotiva e enérgica. Há pais e profissionais que não querem crianças, querem robôs.

O normal é que uma criança corra, voe, grite, experimente, e faça do seu ambiente um parque de diversões. O normal é que uma criança, pelo menos nas idades prematuras, se mostre como ela é, e não como os adultos querem que ela seja.

Mas para conseguir isso, é importante entender duas coisas fundamentais:

  • A agitação não é uma doença: queremos um autocontrole que nem a a natureza nem a sociedade fomenta.
  • Fazemos uma favor às crianças se as deixarmos ficar aborrecidas e evitarmos a superestimulação.

Doenças? Medicação para as crianças? Por quê?

Mesmo estando muito na moda no setor de saúde e escolar, a verdadeira existência do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é muito questionável, pelo menos da forma exata como está concebido. Atualmente considera-se que este transtorno é uma caixa onde se amontoam casos diversos, que vão desde problemas neurológicos até problemas de comportamento ou de falta de recursos e habilidades para encarar o dia a dia.

As estatísticas são esmagadoras. Segundo dados do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais IV- TR (DSM-IV TR), a prevalência do TDAH nas crianças é de 3 a 7 casos por cada 100 meninos e meninas. O que preocupa é que a hipótese biológica subjacente a isto é simplesmente isso, uma hipótese que é comprovada por ensaio e erro com raciocínios que começam por “parece que isto ocorre porque…“.

Enquanto isso, estamos supermedicando as crianças que vivem conosco porque elas mostram comportamentos perturbadores, porque não nos mostram atenção e porque parecem não pensar quando realizam as suas tarefas. É um tema delicado, por isso temos que ser devidamente cautelosos e responsáveis, consultando bons psiquiatras e psicólogos infantis. 

Partindo desta base, devemos destacar que não existe um exame clínico nem psicológico que determine de forma objetiva a existência do TDAH. Sem dúvida os exames são realizados com base em impressões e realização de provas distintas. O diagnóstico é determinado com base no momento em que são realizadas e na impressão subjetiva destas provas. Inquietante, não é?

Não podemos esquecer que estamos medicando as crianças com anfetaminas, antipsicóticos e ansiolíticos, os quais podem causar consequências nefastas no desenvolvimento neurológico delas. Não sabemos qual vai ser a repercussão deste medicamento e muito menos do uso excessivo do mesmo. Um medicamento que apenas vai reduzir a sintomatologia, mas que não reverte de forma alguma o problema.

Parece uma selvageria, mas… Por que isso continua? Provavelmente um dos motivos é o financeiro, pois a indústria farmacêutica move bilhões graças ao tratamento farmacológico administrado às crianças. Por outro lado está a filosofia do “melhor isto do que nada”. O autoengano da pílula da felicidade é um fator comum em muitas patologias.

Deixando de lado rótulos e diagnósticos que, na proporção em que se dão, tornam-se questionáveis, devemos colocar os freios e ter consciência de que muitas vezes os que estão doentes são os adultos, e que o principal sintoma é a má gestão das políticas educativas e das escolas.

Cada vez mais especialistas estão tomando consciência disto e procuram impor restrições a pais e a profissionais que sentem a necessidade de colocar a etiqueta de TDAH em problemas que, muitas vezes, provêm principalmente do meio familiar e da falta de oportunidades dadas à criança para desenvolver as suas capacidades.

Como afirma Marino Pérez Álvarez, especialista em Psicologia Clínica e professor de Psicopatologia e Técnicas de Intervenção na Universidade de Oviedo, o TDAH nada mais é que um rótulo para comportamentos problemáticos de crianças que não têm uma base científica neurológica sólida como é regularmente apresentada. Ele existe como um rótulo infeliz que engloba problemas ou aspetos incômodos que efetivamente estão dentro da normalidade.
“Não existe. O TDAH é um diagnóstico que carece de identidade clínica, e a medicação, longe de ser propriamente um tratamento, é na realidade doping”, afirma Marino. Generalizou-se a ideia de que o desequilíbrio neurológico é a causa de vários problemas, mas não há certeza de que ele seja causa ou consequência. Isto é, os desequilíbrios neuroquímicos também podem ser gerados na relação com o que rodeia a criança.
Ou seja, a pergunta adequada é a seguinte: o TDAH é ciência ou ideologia? Convém sermos críticos e olharmos para um mundo que fomenta o cerebrocentrismo e que procura as causas materiais de tudo sem parar para pensar sobre o que é a causa e o que é a consequência.
Partindo desta base, deveríamos pensar em quais são as necessidades e quais são os pontos fortes de cada criança e de cada adulto suscetível a ser diagnosticado. Abordar isto de maneira individual proporcionará mais saúde e bem-estar, tanto dos pequenos como da sociedade em geral. Então, a primeira coisa que devemos fazer é uma análise crítica de nós mesmos.

 

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Fonte: Clube Materno

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

Teatro BTC – Novo teatro na Zona Sul de São Paulo

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Pessoal, olha que legal para quem mora na região.

Foi inaugurado há poucos dias o Teatro BTC, o espaço está localizado na região Centro-Sul de São Paulo, entre os bairros da Vila Mariana, Vila Clementino, Chácara Klabin, Planalto Paulista, Saúde e Ipiranga e a 300mts da Avenida Ricardo Jafet.

O teatro fica próximo a estação do Metrô Alto do Ipiranga contando com 170 confortáveis lugares, o teatro tem um projeto bem moderno, com uma acústica impecável.

O teatro será administado pela produtora Teatro é 1 Barato, empresa com mais de  17 anos de experiência em produções teatrais.

Estive na inauguração do teatro, no último dia 15, e pude verificar  vários diferenciais nele:

*O principal, é perto de casa, seria tão bom se todos os bairros tivessem seus teatros.
* Além do preço acessível, há alguns sites que vendem os ingressos com desconto.

*100% atendido por sistema de ar condicionado, é bom mesmo, mas vale a pena sempre ter um casaquinho para garantir;
*Acessibilidade, espaço para cadeirantes ( a principal causa de nossa página) e assentos para obesos.
*6 amplos banheiros (2 femininos, 2 masculinos e 2 para deficientes físicos totalmente
equipado)
*Estacionamento coberto conveniado para mais de 300 veículos  (R$ 15,00)
*Um lindo Jardim de convivência
*Espaço para recarga de bateria de celular (tipo para nós mamães que queremos sempre fazer um book de fotos de nossos filhinhos)
*Trocador para mamães com bebês de colo, redutor de assento e banqueta de suporte para crianças menores ( super importante para nós)
*Amplo espaço para carrinhos de bebês

*Aceita todos os cartões de crédito, inclusive parcela.
*Assento elevado para crianças
*Área kids (em implantação)
*Pipocaria/Bomboniere/Café
*Ingressos sem emissão de papel (em implantação)
*Restaurante em anexo

Em breve, será o primeiro Teatro do Brasil que aceitará os queridos pets do frequentadores!

Na inauguração tive a oportunidade de assistir, o stand up De volta para o passado, e eu e o marido gostamos bastante.

IMG_4735Já fui com a pequena ao café da manhã da Frozen, e te digo uma coisa, todos os dias a #deusadafofícia quer tomar café com a Frozen, o que mais gostei, foi a atenção que as atrizes deram para as crianças, elas realmente interagiram com elas. Minha filha amou.

As peças são bem legais, e a programação você poderá conferir na página do Teatro é um barato

Para mim o mais legal, é ter um teatro , com boas peças perto de casa , acessível, com peças adulto e infantil, fica bem mais fácil ir ao teatro.

Seria tão bom todos terem acesso a cultura perto de suas casas.

Venha conhecer o PEQUENO NOTÁVEL, como o teatro está ficando conhecido, com certeza você voltará.

Maiores informações:

Teatro BTC Metrô Alto Ipiranga
Rua Santa Cruz, 2105 – Vila Mariana – SP (à 400mts do Metrô Alto do Ipiranga)
http://www.teatrobtc.com – facebook/btcteatro
Fone: (11) 2389-2624 – Whatsapp (11) 94848-8546
Bilheteria: de Sexta a Sábado das 13H até o último espetáculo – Domingo a partir das 9h

 

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Ausência dos pais aumenta a vulnerabilidade do jovem

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Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a ausência dos pais aumenta a vulnerabilidade do jovem.

Nesse espaço onde o adolescente está se buscando, a família atual está se tornando cada vez mais omissa, ausente. E isso se observa em todas as camadas sociais, tanto nas vielas sofridas e escuras da periferia, quanto nos bairros nobres, habitados por gente de boa formação. Percebemos tanto nos lares ricos quanto nos pobres um assustador abismo afetivo.

O vazio emocional, somado à falta de limites, ao desinteresse e ausência dos pais são considerados fatores de risco que estão a todo o tempo rondando o adolescente, devido à sua natural vulnerabilidade. E isso pode se tornar um campo fértil para o consumo de drogas, para a violência, a infração das regras e a transgressão dos limites.

Ausentes, os pais delegam a sua função educativa à escola, também despreparada, e que, mal dando conta das suas próprias dificuldades, se depara com esses jovens portadores de enormes lacunas não preenchidas pela família: faltam carinho, valores, crenças, expectativas, comportamentos, normas sociais, diálogo e limites. E explode o bulliyng, essa forma tão antiga e cruel de agressão entre os pares, muitas vezes com consequências graves.

Vivemos uma verdadeira cultura de violência, em todos os níveis: físico, psíquico e emocional. Videogames, filmes, novelas, desenhos animados e até propagandas estimulando a violência e a cultura da competição. Além do fácil acesso às armas, a proliferação incontrolada das drogas lícitas e ilícitas.

No nosso país, o exemplo que vemos é corrupção, mentiras, fraudes, impunidade, em todos os níveis. A violência infanto-juvenil nas ruas, lares e escolas brasileiras é, na verdade, apenas a parte visível do iceberg e revela um fenômeno muito mais sério, incrustado na sociedade, que é preocupante e temeroso ao mesmo tempo: a falta de atenção às crianças e adolescentes, antes representantes da nação do futuro, hoje protagonistas da violência que explode nas casas e nas ruas, pela falta de liderança dentro e fora da família.

É necessário e urgente fazermos alguma coisa para garantir a cidadania das nossas crianças e adolescentes. E cabe a todos nós, pais e mães a responsabilidade de “criar” essa geração, com o amor, o carinho e os limites que eles pedem e merecem!

Fonte: SBP

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Autismo: fotógrafa transforma momentos da rotina do filho em arte

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Na foto, Eian ouve as plantas sussurrarem. Um dos presentes do autismo, segundo sua mãe, é a mistura de sensações

A jornada de um pai ou de uma mãe que convive com o autismo nem sempre é fácil. Ou como a fotógrafa Kate Miller-Wilson define: “minha jornada como mãe de autista tem sido e segue sendo cheia de reviravoltas, montanhas e vales”.

Em relato publicado no portal Bored Panda, Kate conta que ama o filho Eian, de 10 anos, incondicionalmente, com a beleza, o charme e os desafios que ele oferece. No entanto, há momentos difíceis: “Apesar de tudo, me preocupo demais com o futuro dele e há dias em que é difícil para nós que gostemos um do outro (ainda que o amor nunca desapareça)”.

Kate ainda diz que, para ela, o maior presente do autismo é a forma única e poética como o filho vê o mundo. Por isso, decidiu transformar essa visão em uma série de fotos, que pudessem retratar sua perspectiva e a realidade de seu dia a dia.

Veja mais fotos aqui.

Imagens: Kate Miller-Wilson

Fonte: www.catraquinha.com.br 

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