Mãe da Semana: Márcia Freire: Você sabe o que é a Síndrome Rubinstein Taybi?

Mães em ação

A mãe desta semana é a guerreira Márcia Freire, mãe de Rodrigo, 11 anos, eu a conheci num grupo de mães o qual ela gerencia chamado Mães e Filhos, esse grupo é muito legal e diferenciado porque além da troca de informações entre as mães, há muitos posts motivacionais onde elas se apoiam e se ajudam com as dificuldades que elas enfrentam. A Márcia cria sozinha seu filho,  mesmo com todas as dificuldades ela consegue dar a ele oportunidades de que ele se desenvolva. Cada avanço no desenvolvimento dele é uma vitória. Gente!!! É muito amor envolvido nessa linda história. Vale a pena ler!!!!

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Vou contar um pouco da história do meu filho, ele nasceu com uma síndrome rara chamada Rubinstein Taybi (doença rara, pouco conhecida pela sociedade. A anomalia pode ocorrer em meninos e meninas, das raças branca e amarela). Só que só descobri quando ele estava com…

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Mãe da Semana: Angela Cortelazzo – A revelação

mae da semana

O depoimento da mãe dessa semana me fez chorar igual bebê. Depois que nos tornamos mãe, nos tornamos mais sensíveis a cada dia. A história da mamãe Ângela e da revelação profetizada pelo seu filho Felipe me emocionou demais e gostaria de compartilhar essa história com vocês.

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Sempre quis ter um filho só, com aquele papo de querer dar de tudo do bom e do melhor pra ele. Tive meu bebê, sem ter planejado, fiquei feliz, porém não curti tanto a gravidez, não fiz book gestante, não comprei o carrinho que sempre quis e nem tenho muuuuitas fotos com a barriga de fora e tal.

Gravei todas as ultrassonografias, guardei todos os exames da gestação. Mas sentia que não tinha curtido como queria. Até que meu avó morreu, o último dos irmãos, e eu decidi que teria sim um segundinho, mas não pra já. Queria planejar, comprar um carro, um apto.

Mas como nada disto estava dando certo, percebi que outra “coisa” precisava acontecer antes e deixei de tomar remédio. Quatro meses após ter interrompido o anticoncepcional, em fevereiro comecei a tentar. Três dias depois da primeira tentativa meu filho de 2 anos e meio, brincando perto de mim diz: Tiago. Eu sem entender nada perguntei onde e ele respondeu: na barriga da mamãe. Não dei muita importância e continuei meus treinos, a cadatrês dias como havia visto em um blog de treinantes.

Algumas semanas depois da “premonição” do meu filho veio os sintomas… Muita tontura, fome, xixi toda hora e uma crise de choro após ver um vídeo sobre uma mãe que tinha 5 filhos. Passaram alguns dias e resolvi fazer um teste de farmácia e num primeiro momento vi um negativo, que passado algums minutos se tornou um duvidoso positivo, com um tracinho beeeem fraquinho.

Na mesma hora saí e comprei outro, que deu o mesmo resultado. Decidi fazer um beta, mas antes resolvi comprar um teste digital e assim que cheguei em casa fiz e deu um definido: grávida 1-2 semanas.

Chorei demais, abracei meu marido e enteguei o teste nas mãos dele. Foi um misto de sentimentos, diferente de quando recebi o positivo da minha primeira gestação, um amor que parecia que ia estourar meu coração.

Abracei forte meu menino e disse que ele tinha acertado, vinha um irmãozinho pa brincar com ele. Estou agora de quase 7 semanas e o sexo ainda não sabemos. Mas a alegria de saber que a família irá crescer e que meu filhinho foi o instrumento de revelação e incrível!! Me senti o ser mais abencoado do mundo!”

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Em breve voltaremos para contar se o bebê será o Tiago…

Palavrões: Uma reflexão sobre a vivência – Elis Barbosa

ClariVivências
   As crianças são nossa responsabilidade. Todo mundo já sabe e repete, irrefletidamente. O que pouco se fala é no que isso implica. Elas também são o nosso tormento. A dose diária da obrigação, a coragem necessária para ser o melhor exemplo. Somos observados e cuidadosamente copiados. Imitados em gesto, tom de voz e discurso. Quase como numa mímica debochada, e nem sempre é fofinho.
 No trânsito: Eu dirigindo e a filha viajando, de repente eu (bem irritada): E aí amigo, vai ou não vai?! Filha: Babaca! com a boca cheia, babando no final.

 Eu ignoro o fato. Ela: É babaca ele, mãe?

 Outro dia no trânsito: Depois da fechada, tentando manter a linha eu expiro: Ah, é foda! Filha: É foda, mamãe? Eu ainda transtornada: É foda, minha filha! Me arrependi em seguida, pensando no que poderia vir dali. Ela pirou com a palavra e ficou mascando: Foda, foda, foda…

 Como lidar?! Esses palavrões são escutados em casa, da boca da mãe. A educação recebida pela criança não é só aquela que lhe é oferecida em palavras de ordem ou conselho, mas a que ela observa e absorve. Não ensino minha filha a falar palavrão como ensino a escovar os dentes, claro, mas ela os escuta com frequência. O que fazer? 

 Ora, alguém informe a essa mãe que é preciso parar de falar palavrão na frente da criança. Isso é unanimidade, é reproduzir sem pensar. Não vai acontecer, é difícil tirar vício de língua. Será que só tem essa moral? Que só tem a permissividade do “se eu faço não posso impedir que o filho faça”, ou a rigidez do “pare de fazer, pare de falar, pare de ser e seja o dever”? E a marca da diferença entre pais e filhos, adultos e crianças, cuidadores e cuidados, responsáveis e incapazes?  

 Não somos iguais, e marcar as diferenças é fundamental. Não apresentar essas diferenças infantiliza os adultos pela obrigação de terem uma conduta como a que deve ter a criança, negando a estrada trilhada que permitiu a construção da sua própria conduta e a conquista de ser o que se quer. Nega a criança a percepção de que existe para o que crescer. Nem tudo que pode um adulto a criança também pode, está na lei, é correto. Esse jeito de criar afasta as pessoas, quem é que vai querer passar tempo com as crianças tendo de se policiar constantemente quanto ao que fala ou faz. Sendo como se deve ser, não como de fato se é. Será que não vem daí aquele ranço de hipocrisia tão farto entre aqueles que deveriam ser os mais íntimos? Aquela sensação triste de que a gente não se conhece direito.  

 Então vou despejar o que eu quiser, na hora que eu quiser, na cara dos filhos, certinho? Melhor não, mais por uma questão de bom senso. Lembre-se: eles vão devolver tudo pra você. O mais importante, eles o farão com a força da certeza de que estão agradando. Aprenderam conosco. Recomendo fazermos na frente das crianças o que vamos suportar receber de volta depois.  

 No trânsito, a Filha: É babaca ele, mãe? Chateada de ver o aprendizado rápido da menina, eu: Nem sei se é filha, deixa isso pra lá. Ela: É babaca. BABACA. BABABABACA. (Boca escancarada, fica repetindo em diferentes tons de voz, prazerosamente. Ainda tem isso, a palavra é uma delícia de falar!)

Eu: Filha, já deu. E não pode chamar ninguém de babaca, é feio ficar chamando as pessoas de babaca. Ela me olha confusa. Eu: Cara, você só chama alguém de babaca se você não aguentar, mas não pode! E dá briga, entendeu? Ela balança a cabeça afirmativamente. E ficou repetindo babaca silenciosamente, pra si, elaborando a novidade.

 Outro dia no trânsito, ela pirou com a palavra e ficou mascando: Foda, foda, foda… Eu: Filha, chega, já ouvi. Ela não para, me olha provocante. Eu: Presta atenção, essa é daquelas palavras que a gente fala uma vez só. Você já falou várias. E não pode falar isso em qualquer lugar ou pra qualquer pessoa, principalmente na creche (beijo para as tias mais queridas!). Tá ouvindo filha? FILHA? Ela: ouvi mamãe. Eu: Principalmente na creche, entendeu? Ela: Entendi. E recomeça o mantra: foda, foda, foda… Eu: Tu não entendeu. Eu falei o quê?! 

 Ela: Eu não tô falano na tcheche.

 Não vou mudar minha conduta pra me adequar simplesmente, vou rever minhas atitudes, uma a uma, pensar sobre elas olhando nos olhos da minha menina, tendo em mente que acima de qualquer verdade está o laço de confiança que trançamos até aqui. Vou reencontrar meus motivos, conversar com os medos, visitar familiares. Terei de contar de novo pra mim a história de cada cicatriz para reconhecer-lhe a atualidade do sentido. Isso ainda faz sentido pra mim? Os comprometidos vão além da sobrevida e experimentam trocas incríveis com versões tão melhores de si, os filhos. Só é possível dizer do que se sabe, assim quanto mais soubermos de nós melhores as chances de nos comunicarmos com as crianças. 

 E espero, tranquila, pelas histórias que os “vexames” vão me render. Meu temor? A filha fazendo uso correto da palavra e eu ter pouco ou nenhum argumento pra sociedade.

Mãe da Semana: Karine Ellwein de Mattos – Coração de mãe não se engana

A mãe dessa semana é a Karine, ela é mãe do Renan de 1 ano e 2 meses, a história dela é bem legal, vale a pena conferir, e ainda reforça mais ainda aquela teoria de que coração de mãe não se engana!!!
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Tive uma gravidez muito tranquila, no começo tive muitos enjôos, mas meu filho sempre teve saúde e eu curti cada etapa barriguda! (Me achava linda).
O meu tipo sanguíneo é O+ e o do meu marido é A+ (aparentemente nenhum risco por ambos serem positivos, com isso não foi necessária a injeção)!
Pois bem, dia 17/11/2014, meu príncipe Renan nasceu de cesárea!
Meu parto foi lindo, muito emocionante e muito esperado! Foi tudo perfeito não tive dores de pós parto e no terceiro dia (dia da alta) sentimos ele um pouco amarelinho (mas tivemos alta, pois era somente um pouco mesmo)!
No seu quinto dia de vida (sexta-feira), quando acordei cismei de que deveria levá-lo ao pediatra por conta do amarelinho! Todo mundo me julgou, disse que era muito pouco para sair de casa com ele tão pequeno, que era pra dar banho de picão e banho de sol que já passava! Segui minha intuição e por conhecidência tinha acabado de ter uma desistência e fui logo no pediatra!
Ele me orientou dizendo que para o quinto dia o nível da bilirrubina deveria ser 13  e pediu um exame de sangue (de urgência para sair o resultado no mesmo dia)! Foi quando começou o desespero..
O nível do meu filho estava 19 e tivemos que correr para o hospital onde ficou 5 dias na fototerapia (conhecida como banho de luz)! Foi horrível..
Ainda mais que é necessário tampar olhinhos por conta da intensidade da luz! Só sabia chorar, pulava da cama para ver ele e até esqueci dos pontos da cesárea! O pior de tudo foi a falta de experiência sobre o que é realmente essa tal de ICTERÍCIA!
Foi aí que comecei a ler sobre o assunto, ficar por dentro do quão perigosa ela é e o quanto é importante ficar de olho. A Icterícia no seu nível alto pode causar sérios problemas NEUROLÓGICOS, em todo o sistema nervoso e em muitos casos é necessário a TRANSFUSÃO de sangue..
Sim, icterícia pode levar a morte! O meu filho nasceu com o sangue A+ e o meu passou para ele dentro da barriga o que causou a reação! Nos primeiros dias após a internação, fui orientada a amamentar de 2 em 2 horas para que a bilirrubina fosse liberada mais rapidamente pela urina, porém, com 1 mês e meio de vida ainda estava um pouco amarelinho!
O pediatra então me orientou sobre a icterícia do leite materno… Que as vezes pode ter uma substância no leite que impede a liberação total da bilirrubina e me aconselhou a ficar 24h sem amamentar (isso não é orientado mais, porém, como já fazia 1 mês e meio ele disse que ficaria a meu critério tentar)! Que mãe que não abriria mão disso sendo que poderia melhorar o próprio filho?
Pois é.. Eu imediatamente fiz esse procedimento (dei o leite artificial no copinho para não prejudicar a amamentação) e após 24h para minha surpresa e alegria todo o amarelinho do Renan já tinha acabado!!
Deixo aqui minha experiência para alertar a todas as mamães do quanto a icterícia é coisa séria e o quanto a falta de informação pode ser prejudicial (quanto antes for detectado a necessidade de banho de luz mais fácil é o tratamento)! Mamães, além de ficarem atentas seguem o instinto materno porque esse não falha…

Mãe da semana: Carina Ramos: Você sabe o que é retinoblastona?

Iniciamos esse ano com a Carina, mãe do Pietro. Quando li o depoimento da mãe dessa semana achei legal o alerta que ela fez para que outras mães ficassem atenta sobre a retinoblastoma. Conheça a história dela e do Pietro!!!

 

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Passei o pior Natal da minha vida, pois 2 dias antes do Natal, o meu filho havia recebido um pré diagnóstico que tirou meu chão: retinoblastoma.

Antes de explicar o que é o retinoblastoma, vou falar um pouco de como é possivel desconfiar a doença.

Em maio de 2015 notei uma mancha branca no olho direito do Pietro, apenas em algumas fotos com flash. Sendo assim, corri a um oftalmo e fiz todos os exames possíveis para detectar esse tipo de problema, mas graças a Deus não encontraram nada.

Por conta da mancha, recomendaram que ele passe por exames a cada 6 meses, principalmente até 3 anos de idade, fase mais suscetível a doença (o risco geral é até 5 anos). Porém poucos dias antes da data marcada, a mancha ficou ainda mais forte e eu corri para um novo profissional.

Chegando lá ele refez todos os exames, e apesar de não achar nada, me encaminhou para o INCA (hospital do câncer). Foi então que o desespero bateu, afinal, pra que eu estava sendo encaminhada pra lá se não havia tumor?

Isso ocorreu dia 21/12, e foi nesse clima tenso que passamos o natal aqui.

Ontem foi a consulta do Pietro lá no INCA, ele foi examinado por especialistas em retinoblastoma e fez todos os exames possíveis que podem detectar um câncer.

Mais uma vez veio a boa notícia: OLHO LIMPO, SEM TUMOR, SEM CÂNCER! – Eu estou nas nuvens, é un alívio sem fim!

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O retinoblastoma é um tumor maligno que geralmente se apresenta em crianças até 5 anos, sendo a fase de risco maior até 3 anos. Quanto mais cedo for descoberto, maior as chances de cura que podem chegar a 98% dos casos. Em casos já avançados, é feita a retirada do olho, e pode acontecer do câncer passar para outras partes do corpo.


Por isso a qualquer sinal de uma mancha branca diferente no olho, em foto tirada com flash, busque. Ajuda médica e faça um exame de fundo de olho. Sim, uma foto pode salvar a vida do seu filho!


NEM TODO OLHO MANCHADO TEM O TUMOR, MAS INVESTIGAR NÃO CUSTA NADA!

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Antes                                                      Depois

Resultado: Mãe do Ano 2015

Esse ano em nosso Blog pudemos contar com lindas histórias contadas por várias mamães.

O melhor de tudo é que cada uma das histórias pode ajudar outras pessoas, com isso cumprimos o ideal de nosso Blog.

Para comemorar, hoje, dia 8 de dezembro, o aniverário de 1 ano, de nossa página, vamos revelar a vocês a ganhadora da votação.

Com 646 votos, 37% do votos a nossa ganhagora foi:

 

Amanda Massari

 

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Parabéns Amanda! Pela sua linda história de luta com a Laurinha!

Mãe em ação do ano / 2015

mae do ano

Esse ano nosso Blog contou histórias lindas de várias mamães e seus filhos.

Cada depoimento foi uma emoção para todos nós! E todas as histórias foram importantes para o blog, pois de algum jeito ajudou alguém.

Agradecemos cada mamãe que compartilhou sua história conosco.

Porém, hoje lançamos a votação da Mãe em ação 2015,  com o intuito de compartilhar a história que nossos leitores mais gostarama história mais votada em nossa página, será a história que ficará todo o mês de dezembro na publicação fixa de nossa página, em nosso blog e em todas as nossas redes sociais e a mamãe receberá uma surpresa nossa.

O resultado da votação será publicado em nossa rede no dia 08/12, quando o blog fará seu 1º aniversário.

Agradecemos todos vocês que nesse ano de 2015, nos ajudaram a manter o blog, com suas opiniões, contribuições e e-mails. Como sempre digo, o blog é nosso!!!

Participem!!! Convidem seus amigos a participarem!!!

VOTAÇÃO ENCERRADA!!!!