Chris nasceu sem braços e nem pernas – trabalha em uma fazenda e inspira todos com sua fortaleza

chris4.jpg

Acredito que trabalhar em uma fazenda é um dos trabalhos mais cansativos que existe. Você pode imaginar tudo o que há para se fazer em um dia?

Mas creio que deve ser difícil encontrar um fazendeiro que trabalhe mais duro do que  Chris Koch.

Este homem se transformou em uma inspiração para muitos e não é difícil saber o porquê.

Chris nasceu sem braços e nem pernas, o que podemos supor é que ele trabalhe quatro vezes mais duro que muitas pessoas para fazer as suas atividades do dia a dia, como escovar os dentes ou comer.

Isso, no entanto, não o impediu ao trabalhar em uma fazenda, algo que ele fazia para toda a vida.

Agora contaremos tudo sobre esse jovem…

chris2

Chris veio para este mundo incapacitado, mas saudável em todos os outros aspectos. Ele nasceu tetraplégico, o que significa que ele sofre paralisia total de braços e pernas.

Poucas horas depois de nascer, sua avó sarcástica disse algo que o atingiu o resto de sua vida. Sendo uma brincadeira, as primeiras palavras da avó sobre o nascimento de Chris: “Bruce (o pai de Chris) nunca terminou nada que começou”.

chris5

Mas Chris, no entanto, não seguiu os passos de seu pai, em vez disso, ele se tornou um grande lutador.

Chris cresceu entre tratores e animais em sua fazenda familiar em Alberta, Canadá. Com  nove anos, ele queria dirigir um trator pela primeira vez. Ele era independente e muito teimoso desde uma idade muito jovem e se recusava a usar próteses quando ele foi à escola.

Não tendo uma prótese, ele lutou durante toda a vida, mas ele também desafiou todos os obstáculos. Agora ele inspira milhares de pessoas em tudo nas conversas motivacionais que dá em todo o mundo.

chris3

Embora ele se dedique a motivar outras pessoas, seu trabalho principal ainda está na fazenda.

Ele realizou o sonho de sua infância trabalhando como fazendeiro e dirigindo um trator.

Incrível!

“Falando com meu pai, perguntei-lhe:” O queele gostaria que fosse difernete em mim?, e ele me disse; “Nada”, explicou Chris à Oprah no programa Steep Your Soul. “Minha independência é quase infinita, agora, graças à maneira como meus pais me tratam”.

Chris é verdadeiramente uma fonte de inspiração!

 

 

Fonte: https://es.newsner.com/

Tradução livre

Anúncios

Bebê com síndrome misteriosa será transferido para São Paulo

Lorenzo Silva Gonçalves, de apenas quatro meses, luta pela vida e enfrenta uma síndrome que ainda não foi identificada pelos médicos.

96b77411-10a2-483e-8a43-f786e9c1f472

O bebê Lorenzo Silva Gonçalves, que luta pela vida há quatro meses por conta de um conjunto de malformações congênitas, será transferido, nesta quinta-feira (5), para um leito de UTI Pediátrica da Santa Casa de São Paulo, hospital geral e de ensino com serviço de excelência em atendimento infantil. Ele nasceu em maio deste ano, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, e estava aguardando vaga em uma UTI Pediátrica em Santos.

A vaga foi obtida pela Prefeitura de Santos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em contato direto com o gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, que mostrou-se sensível ao caso, após dificuldade de apoio da Diretoria Regional de Saúde (DRS-4).

De acordo com a Prefeitura de Santos, a criança, cuja família veio da cidade de Sete Barras, recebe toda assistência médica desde o nascimento no Hospital dos Estivadores. Devido ao seu quadro clínico, ela requer cuidados médicos especiais e passa por diversos exames e procedimentos para a manutenção da vida.

Caso

Filho da dona de casa Vanilza Lopes e do trabalhador rural Carlos Alberto da Silva Gonçalves, ambos de 50 anos, o menino nasceu no Hospital dos Estivadores com uma válvula do coração aberta e com insuficiência respiratória. Foi então encaminhado à UTI para recém-nascidos, onde deveria ficar por somente um mês. Ele e mulher se mudaram de Sete Barras, na região do Vale do Ribeira, interior paulista, há oito meses para Santos.

Sem respostas sobre o real problema do bebê, os pais foram informados, informalmente, há aproximadamente um mês, que o filho deveria estar em uma UTI Pediátrica e ficar sob acompanhamento de especialistas. “Foi aí que a gente começou a reagir novamente e voltou a lutar junto com ele, até conseguirmos uma transferência para a UTI Pediátrica”, contou o pai.

Por meio de nota, a Prefeitura de Santos informou que solicitou a transferência de Lorenzo para o estado a uma UTI Pediátrica pela primeira vez em 10 julho. Entretanto, a Central de Regulação de Vagas da Baixada Santista (Cross), vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, afirmou não ter qualquer responsabilidade sobre o caso. O estado esclareceu que, por meio do Cross, somente é responsável pela regulação de casos de urgência e emergência.

Lorenzo foi encaminhado pelo Hospital dos Estivadores à Santa Casa nesta terça-feira (3), após o apelo dos pais e a imprensa solicitar esclarecimentos sobre o caso para a Prefeitura de Santos e à Secretaria de Saúde do Estado.

Fonte e foto: http://www.globo.com 

Revista CLAUDIA premia primeira repórter brasileira com síndrome de Down

 A 22ª edição do Prêmio CLAUDIA, principal premiação feminina da América Latina, aconteceu na segunda-feira (2), na Sala São Paulo, capital paulista. O destaque foi a premiação dada à carioca Fernanda Honorato, primeira repórter brasileira com Síndrome de Down

Crédito:Mariana Pekin/ Claudia
A jornalista, que apresenta o “Programa Especial” na “TV Brasil” recebeu o reconhecimento na categoria Trabalho Social. O semanal, no ar há 11 anos, tem legendas, narração para imagens e linguagem de sinais. “Sempre digo às mães de crianças com síndrome de Down para não desistirem dos sonhos e acreditarem no potencial de seus filhos. No futuro, eles podem ser repórteres, como eu”, afirmou Fernanda, que ministra palestras sobre inclusão em todo o país.
“Agradeço pela oportunidade e por colocarem uma mulher com deficiência intelectual em um prêmio tão importante”, declarou emocionada. “Gostaria de agradecer a pessoa que abriu a porta para mim e colocou uma pessoa com síndrome de Down para ser repórter. Queria, também, dedicar o prêmio às outras candidatas. Se eu sou o que sou, devo às pessoas que acreditaram no meu sonho de romper barreiras”, declarou Fernanda.
Ao todo, foram oito premiados nas categorias Cultura, Ciências, Negócios, Trabalho Social, Políticas Públicas, Consultora Natura Inspiradora, Revelação, e na inédita Eles por Elas, que revelou projetos de homens em prol das mulheres e da busca pela igualdade de gêneros.
O evento teve Eduardo Moskovis como mestre de cerimônias e homenageou a atriz Tais Araújo. O prêmio marcou ainda, o novo posicionamento da Revista CLAUDIA, que adota a partir de outubro o mote #EuTenhoDireito sob direção de Ana Paula Padrão.
“A gente quer ser feliz e convida todo mundo para essa grande festa. A gente quer ser leve, livre e solta. Bota na cabeça e na ponta da língua #EuTenhoDireito e conte comigo e com Claudia para gritar sua escolha por aí”, diz a jornalista na carta ao leitor da edição.
Fonte: http://portalimprensa.com.br

CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN SÃO FOTOGRAFADAS EM RELEITURAS DE QUADROS FAMOSOS

Com o intuito de dar mais representatividade as pessoas com síndrome de Down a fotógrafa albanesa Soela Zani produziu uma série de fotos de crianças com essa característica genética, em poses e figurinos de pinturas famosas para mostrar que “toda pessoa é uma peça de arte”. Especializada em fotos de família, Zani caprichou na reprodução das imagens e o resultado ficou muito lindo.

Após o primeiro contato da fotógrafa com alguém com síndrome de Down foi em 1987, quando o assunto ainda era tabu e a família parecia indevidamente constrangida com a presença da criança, a fotógrafa Zani começou a reparar na forma dessas pessoas se portarem. Ela aproveitou sua experiência como fotógrafa e retratou crianças com Síndrome de Down em releituras de quadros famosos.

A fotografa relatou em seu álbum de trabalho publicado no facebookTrabalhar com crianças com a síndrome de Down é igual trabalhar com crianças sem a síndrome. Ambos os lados são igualmente imprevisíveis e igualmente fáceis de lidar”.

Veja que lindas algumas fotos:

"Sister Tone" - por Kol Idromeno | Foto: Soela Zan
“Sister Tone” – por Kol Idromeno | Foto: Soela Zani

"The Infant Samuel" - por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zan
“The Infant Samuel” – por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zani

"Harriet Ann Seale" - por John Hoppner | Foto: Soela Zan
“Harriet Ann Seale” – por John Hoppner | Foto: Soela Zani

"Master John Heathcote" - por Master John | Foto: Soela ZanHeathcote
“Master John Heathcote” – por Master John | Foto: Soela Zani

"Boy and Rabbit" - por Henry Raeburn | Foto: Soela Zan
“Boy and Rabbit” – por Henry Raeburn | Foto: Soela Zani

"The Fifer" - por Edouart Manet | Foto: Soela Zan
“The Fifer” – por Edouart Manet | Foto: Soela Zani

"Clara Serena Rubens" - por Peter Paul Rubens | Foto: Soela Zan Right
“Clara Serena Rubens” – por Peter Paul Rubens | Foto: Soela Zani

Miss Bowles" - por Joshua Reynold | Foto: Soela Zan
Miss Bowles” – por Joshua Reynold | Foto: Soela Zani

"Paulo as Harlequin" - por Pablo Picasso | Foto: Soela Zan
“Paulo as Harlequin” – por Pablo Picasso | Foto: Soela Zani

"Master Bunbury" - por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zan
“Master Bunbury” – por Joshua Reynolds | Foto: Soela Zani

"Gabrielle Arnault as a Child" - por Louis-Léopold Boilly | Foto: Soela Zan
“Gabrielle Arnault as a Child” – por Louis-Léopold Boilly | Foto: Soela Zani

"The Dancer" - por Pierre Auguste Renoir | Foto: Soela Zan
“The Dancer” – por Pierre Auguste Renoir | Foto: Soela Zani
"Prima Ballerina" - por Edgar Degas | Foto: Soela Zan
“Prima Ballerina” – por Edgar Degas | Foto: Soela Zani

 

 

Não existe criança difícil, difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas

 

Por Raquel Brito

Não existe criança difícil, o difícil é ser criança em um mundo de pessoas cansadas, ocupadas, sem paciência e com pressa. Existem pais, professores e tutores que se esquecem de um dos compromissos mais importantes da educação de uma criança: o de oferecer aventuras infantis.

Este é um problema tão real que, por vezes, podemos ficar preocupados pelo simples fato de uma criança ser inquieta, barulhenta, alegre, emotiva e enérgica. Há pais e profissionais que não querem crianças, querem robôs.

O normal é que uma criança corra, voe, grite, experimente, e faça do seu ambiente um parque de diversões. O normal é que uma criança, pelo menos nas idades prematuras, se mostre como ela é, e não como os adultos querem que ela seja.

Mas para conseguir isso, é importante entender duas coisas fundamentais:

  • A agitação não é uma doença: queremos um autocontrole que nem a a natureza nem a sociedade fomenta.
  • Fazemos uma favor às crianças se as deixarmos ficar aborrecidas e evitarmos a superestimulação.

Doenças? Medicação para as crianças? Por quê?

Mesmo estando muito na moda no setor de saúde e escolar, a verdadeira existência do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é muito questionável, pelo menos da forma exata como está concebido. Atualmente considera-se que este transtorno é uma caixa onde se amontoam casos diversos, que vão desde problemas neurológicos até problemas de comportamento ou de falta de recursos e habilidades para encarar o dia a dia.

As estatísticas são esmagadoras. Segundo dados do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais IV- TR (DSM-IV TR), a prevalência do TDAH nas crianças é de 3 a 7 casos por cada 100 meninos e meninas. O que preocupa é que a hipótese biológica subjacente a isto é simplesmente isso, uma hipótese que é comprovada por ensaio e erro com raciocínios que começam por “parece que isto ocorre porque…“.

Enquanto isso, estamos supermedicando as crianças que vivem conosco porque elas mostram comportamentos perturbadores, porque não nos mostram atenção e porque parecem não pensar quando realizam as suas tarefas. É um tema delicado, por isso temos que ser devidamente cautelosos e responsáveis, consultando bons psiquiatras e psicólogos infantis. 

Partindo desta base, devemos destacar que não existe um exame clínico nem psicológico que determine de forma objetiva a existência do TDAH. Sem dúvida os exames são realizados com base em impressões e realização de provas distintas. O diagnóstico é determinado com base no momento em que são realizadas e na impressão subjetiva destas provas. Inquietante, não é?

Não podemos esquecer que estamos medicando as crianças com anfetaminas, antipsicóticos e ansiolíticos, os quais podem causar consequências nefastas no desenvolvimento neurológico delas. Não sabemos qual vai ser a repercussão deste medicamento e muito menos do uso excessivo do mesmo. Um medicamento que apenas vai reduzir a sintomatologia, mas que não reverte de forma alguma o problema.

Parece uma selvageria, mas… Por que isso continua? Provavelmente um dos motivos é o financeiro, pois a indústria farmacêutica move bilhões graças ao tratamento farmacológico administrado às crianças. Por outro lado está a filosofia do “melhor isto do que nada”. O autoengano da pílula da felicidade é um fator comum em muitas patologias.

Deixando de lado rótulos e diagnósticos que, na proporção em que se dão, tornam-se questionáveis, devemos colocar os freios e ter consciência de que muitas vezes os que estão doentes são os adultos, e que o principal sintoma é a má gestão das políticas educativas e das escolas.

Cada vez mais especialistas estão tomando consciência disto e procuram impor restrições a pais e a profissionais que sentem a necessidade de colocar a etiqueta de TDAH em problemas que, muitas vezes, provêm principalmente do meio familiar e da falta de oportunidades dadas à criança para desenvolver as suas capacidades.

Como afirma Marino Pérez Álvarez, especialista em Psicologia Clínica e professor de Psicopatologia e Técnicas de Intervenção na Universidade de Oviedo, o TDAH nada mais é que um rótulo para comportamentos problemáticos de crianças que não têm uma base científica neurológica sólida como é regularmente apresentada. Ele existe como um rótulo infeliz que engloba problemas ou aspetos incômodos que efetivamente estão dentro da normalidade.
“Não existe. O TDAH é um diagnóstico que carece de identidade clínica, e a medicação, longe de ser propriamente um tratamento, é na realidade doping”, afirma Marino. Generalizou-se a ideia de que o desequilíbrio neurológico é a causa de vários problemas, mas não há certeza de que ele seja causa ou consequência. Isto é, os desequilíbrios neuroquímicos também podem ser gerados na relação com o que rodeia a criança.
Ou seja, a pergunta adequada é a seguinte: o TDAH é ciência ou ideologia? Convém sermos críticos e olharmos para um mundo que fomenta o cerebrocentrismo e que procura as causas materiais de tudo sem parar para pensar sobre o que é a causa e o que é a consequência.
Partindo desta base, deveríamos pensar em quais são as necessidades e quais são os pontos fortes de cada criança e de cada adulto suscetível a ser diagnosticado. Abordar isto de maneira individual proporcionará mais saúde e bem-estar, tanto dos pequenos como da sociedade em geral. Então, a primeira coisa que devemos fazer é uma análise crítica de nós mesmos.

 

E aí, gostou da nossa publicação?

Compartilhe com seus amigos e família e não deixe de curtir nossa página no faceFacebook  Mães em ação , assim você fica por dentro de tudo o que rola no mundo das mães!

Caso tenha alguma dúvida escreva para: contato@maesemacao.com.br que eu terei o prazer em te ajudar…

Fonte: Clube Materno

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

Descobrir que seu filho é especial é viver um turbilhão de emoções

mae faltas

Em geral, ser mãe não é uma tarefa fácil. Demanda doar-se integralmente, desvendar seu filho, transformar sua própria vida. Ser mãe de uma criança com necessidades especiais aumenta radicalmente a quantidade e a intensidade das emoções.

No começo, você teria feito qualquer coisa para seu filho estar fora de um diagnóstico. Talvez você negasse. Talvez estivesse acreditando (ou querendo acreditar) que eram os médicos que estavam errados. Ou lá no fundo, talvez você soubesse. De qualquer forma, as emoções ficam confusas. O futuro incerto traz muito medo e insegurança.

Há uma mistura de emoções. De repente, sua vida ficou diferente. Ninguém perguntou se você queria, se você aceitava, não é mesmo? Pode ser um período doloroso, que pode demorar dias ou até anos para passar. Em alguns casos, nunca passa.

Você começa a ouvir de outras pessoas “guerreira”, “supermãe”, “mãe especial”… mas você não se sente especial. Muito pelo contrário, sente-se confusa e cansada. Nem queria esse título. Não pediu por ele! Se os pais em geral acham que seus filhos deveriam vir com manual de instruções, imagine então as necessidades especiais!

Com certeza, a deficiência não é o caminho que você teria escolhido, mas agora você está nele. Acontece que a vida é uma dádiva, que merece ser todos os dias ser celebrada! Todo ser humano independente de sua condição, tem muitas coisas a aprender e a ensinar.

Entender e aceitar seu filho tal como ele é, não só aumenta as possibilidades de seu desenvolvimento, como também alivia, abre portas, tira a dor… Não importa se ele age, pensa ou anda de forma diferente da maioria das crianças.

Então podemos sentir gratidão. Não pela deficiência, mas por todo seu aprendizado. Os desafios são muitos, mas as recompensas são muito maiores. E só quem trilha todo esse caminho tem o privilégio de compreender.

Por Amanda Puly

 

Fonte: Clube materno

Imagem: Internet

Mãe da Semana: Márcia Freire: Você sabe o que é a Síndrome Rubinstein Taybi?

Mães em ação

A mãe desta semana é a guerreira Márcia Freire, mãe de Rodrigo, 11 anos, eu a conheci num grupo de mães o qual ela gerencia chamado Mães e Filhos, esse grupo é muito legal e diferenciado porque além da troca de informações entre as mães, há muitos posts motivacionais onde elas se apoiam e se ajudam com as dificuldades que elas enfrentam. A Márcia cria sozinha seu filho,  mesmo com todas as dificuldades ela consegue dar a ele oportunidades de que ele se desenvolva. Cada avanço no desenvolvimento dele é uma vitória. Gente!!! É muito amor envolvido nessa linda história. Vale a pena ler!!!!

***

Vou contar um pouco da história do meu filho, ele nasceu com uma síndrome rara chamada Rubinstein Taybi (doença rara, pouco conhecida pela sociedade. A anomalia pode ocorrer em meninos e meninas, das raças branca e amarela). Só que só descobri quando ele estava com…

Ver o post original 694 mais palavras

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: