Halloween – Dia das Bruxas – Origem

Mães em ação


História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.

Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Fonte: internet

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Cartão de todos, uma ótima opção para quem não tem plano de saúde

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CT

O Cartão de Todos é uma opção maravilhosa para quem não tem plano de saúde, embora ele não inclua internamento, emergências e exames complexos.

O projeto que é todo com capital privado, nasceu na Alemanha em 1999, chegou ao Brasil em 2001 e a meu ver ainda é pouco divulgado apesar de 1,5 milhão de famílias já fazerem uso dele.

Minha avó Odete de 86 anos é usuária, costuma ir nas consultas na clínica Vitória e estas são sempre marcadas em poucos dias, geralmente em menos de uma semana.

O Cartão de Todos é um cartão de desconto voltado para a saúde, educação e lazer dos seus usuários e funciona a base de parcerias com clínicas, laboratórios, farmácias, faculdades, cursos técnicos, hotéis, pousadas, etc como Clínica Vitória, Óticas Carol, Yazigi, CNA, Wizard, Wet´N Wild,  entre outros.

A grande novidade é que o cartão atende a muitas especialidades e as consultas médicas/odontológicas e…

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Chris nasceu sem braços e nem pernas – trabalha em uma fazenda e inspira todos com sua fortaleza

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Acredito que trabalhar em uma fazenda é um dos trabalhos mais cansativos que existe. Você pode imaginar tudo o que há para se fazer em um dia?

Mas creio que deve ser difícil encontrar um fazendeiro que trabalhe mais duro do que  Chris Koch.

Este homem se transformou em uma inspiração para muitos e não é difícil saber o porquê.

Chris nasceu sem braços e nem pernas, o que podemos supor é que ele trabalhe quatro vezes mais duro que muitas pessoas para fazer as suas atividades do dia a dia, como escovar os dentes ou comer.

Isso, no entanto, não o impediu ao trabalhar em uma fazenda, algo que ele fazia para toda a vida.

Agora contaremos tudo sobre esse jovem…

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Chris veio para este mundo incapacitado, mas saudável em todos os outros aspectos. Ele nasceu tetraplégico, o que significa que ele sofre paralisia total de braços e pernas.

Poucas horas depois de nascer, sua avó sarcástica disse algo que o atingiu o resto de sua vida. Sendo uma brincadeira, as primeiras palavras da avó sobre o nascimento de Chris: “Bruce (o pai de Chris) nunca terminou nada que começou”.

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Mas Chris, no entanto, não seguiu os passos de seu pai, em vez disso, ele se tornou um grande lutador.

Chris cresceu entre tratores e animais em sua fazenda familiar em Alberta, Canadá. Com  nove anos, ele queria dirigir um trator pela primeira vez. Ele era independente e muito teimoso desde uma idade muito jovem e se recusava a usar próteses quando ele foi à escola.

Não tendo uma prótese, ele lutou durante toda a vida, mas ele também desafiou todos os obstáculos. Agora ele inspira milhares de pessoas em tudo nas conversas motivacionais que dá em todo o mundo.

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Embora ele se dedique a motivar outras pessoas, seu trabalho principal ainda está na fazenda.

Ele realizou o sonho de sua infância trabalhando como fazendeiro e dirigindo um trator.

Incrível!

“Falando com meu pai, perguntei-lhe:” O queele gostaria que fosse difernete em mim?, e ele me disse; “Nada”, explicou Chris à Oprah no programa Steep Your Soul. “Minha independência é quase infinita, agora, graças à maneira como meus pais me tratam”.

Chris é verdadeiramente uma fonte de inspiração!

 

 

Fonte: https://es.newsner.com/

Tradução livre

Bebê com síndrome misteriosa será transferido para São Paulo

Lorenzo Silva Gonçalves, de apenas quatro meses, luta pela vida e enfrenta uma síndrome que ainda não foi identificada pelos médicos.

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O bebê Lorenzo Silva Gonçalves, que luta pela vida há quatro meses por conta de um conjunto de malformações congênitas, será transferido, nesta quinta-feira (5), para um leito de UTI Pediátrica da Santa Casa de São Paulo, hospital geral e de ensino com serviço de excelência em atendimento infantil. Ele nasceu em maio deste ano, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, e estava aguardando vaga em uma UTI Pediátrica em Santos.

A vaga foi obtida pela Prefeitura de Santos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em contato direto com o gabinete da Secretaria de Estado da Saúde, que mostrou-se sensível ao caso, após dificuldade de apoio da Diretoria Regional de Saúde (DRS-4).

De acordo com a Prefeitura de Santos, a criança, cuja família veio da cidade de Sete Barras, recebe toda assistência médica desde o nascimento no Hospital dos Estivadores. Devido ao seu quadro clínico, ela requer cuidados médicos especiais e passa por diversos exames e procedimentos para a manutenção da vida.

Caso

Filho da dona de casa Vanilza Lopes e do trabalhador rural Carlos Alberto da Silva Gonçalves, ambos de 50 anos, o menino nasceu no Hospital dos Estivadores com uma válvula do coração aberta e com insuficiência respiratória. Foi então encaminhado à UTI para recém-nascidos, onde deveria ficar por somente um mês. Ele e mulher se mudaram de Sete Barras, na região do Vale do Ribeira, interior paulista, há oito meses para Santos.

Sem respostas sobre o real problema do bebê, os pais foram informados, informalmente, há aproximadamente um mês, que o filho deveria estar em uma UTI Pediátrica e ficar sob acompanhamento de especialistas. “Foi aí que a gente começou a reagir novamente e voltou a lutar junto com ele, até conseguirmos uma transferência para a UTI Pediátrica”, contou o pai.

Por meio de nota, a Prefeitura de Santos informou que solicitou a transferência de Lorenzo para o estado a uma UTI Pediátrica pela primeira vez em 10 julho. Entretanto, a Central de Regulação de Vagas da Baixada Santista (Cross), vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, afirmou não ter qualquer responsabilidade sobre o caso. O estado esclareceu que, por meio do Cross, somente é responsável pela regulação de casos de urgência e emergência.

Lorenzo foi encaminhado pelo Hospital dos Estivadores à Santa Casa nesta terça-feira (3), após o apelo dos pais e a imprensa solicitar esclarecimentos sobre o caso para a Prefeitura de Santos e à Secretaria de Saúde do Estado.

Fonte e foto: http://www.globo.com 

Hospital terá de indenizar mãe pela má prestação de serviços durante o parto

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que condenou um hospital a indenizar uma mãe pela má prestação dos serviços durante o parto de sua filha, que, em razão das falhas procedimentais, teve sequelas cerebrais de caráter permanente.

 

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De acordo com o processo, ao ser internada, a paciente passou por uma cesariana tardia, fato que ocasionou várias sequelas de caráter permanente na criança, como paralisia cerebral, epilepsia e atrofia cerebral, pois ficou sem oxigenação e sem monitoramento cardíaco durante 29 minutos entre a conversão do parto normal para o cesáreo.

Em primeira instância, o hospital foi condenado a pagar R$ 30 mil por danos morais, com correção monetária desde a decisão, além de juros de mora, contados a partir da data do fato.

Imperícia e negligência

O tribunal gaúcho considerou que houve imperícia e negligência por parte do hospital, visto que a perícia técnica comprovou que a criança ficou sem acompanhamento durante o parto. Concordou que o hospital deveria indenizar os danos causados.

No STJ, o hospital alegou que sua responsabilidade só poderia ser estabelecida mediante aferição de culpa, mas a paciente não teria conseguido demonstrar a ocorrência de ato culposo.

A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, lembrou que a pretensão da paciente não se voltou para a responsabilização de um médico ou de profissionais que participaram do procedimento, mas diz respeito exclusivamente ao defeito na prestação do serviço hospitalar.

A ministra explicou que a responsabilidade civil do médico “difere frontalmente daquela atribuível aos estabelecimentos hospitalares e casas de saúde, no que concerne à forma de determinação do dever de indenizar”.

Segundo ela, a responsabilidade dos médicos que atuam no hospital é subjetiva, apurada mediante verificação de culpa, enquanto a responsabilidade do hospital é objetiva, limitando-se “aos serviços relacionados ao estabelecimento empresarial, tais como a estadia do paciente (internação), instalações, equipamentos e serviços auxiliares (enfermagem, exames, radiologia)”.

Fundamento adicional

Para a ministra, na hipótese, ficou constatada a responsabilidade objetiva do hospital, tendo em vista que as instâncias de origem expressamente reconheceram um defeito no serviço prestado por ele, isto é, falha na prestação de serviços atribuíveis e afetos única e exclusivamente ao próprio estabelecimento hospitalar.

A ministra sublinhou, ainda, que haveria fundamento adicional à responsabilização do hospital, uma vez que também teria sido reconhecida pela corte local a conduta inadequada dos profissionais envolvidos no procedimento, o que, “por si só, configuraria a culpa dos mesmos e, consequentemente, em solidariedade, dever-se-ia responsabilizar, também, a instituição hospitalar”.

De acordo com a turma, como o próprio TJRS reconheceu a responsabilidade objetiva do hospital em razão do defeito ou da má prestação do serviço, não é possível alterar essa conclusão, pois demandaria o reexame de fatos e provas dos autos, algo vedado em recurso especial pela Súmula 7 do STJ.

Leia o acórdão.

 

Esta notícia refere-se ao(s) processo(s):REsp 1621375

Revista CLAUDIA premia primeira repórter brasileira com síndrome de Down

 A 22ª edição do Prêmio CLAUDIA, principal premiação feminina da América Latina, aconteceu na segunda-feira (2), na Sala São Paulo, capital paulista. O destaque foi a premiação dada à carioca Fernanda Honorato, primeira repórter brasileira com Síndrome de Down

Crédito:Mariana Pekin/ Claudia
A jornalista, que apresenta o “Programa Especial” na “TV Brasil” recebeu o reconhecimento na categoria Trabalho Social. O semanal, no ar há 11 anos, tem legendas, narração para imagens e linguagem de sinais. “Sempre digo às mães de crianças com síndrome de Down para não desistirem dos sonhos e acreditarem no potencial de seus filhos. No futuro, eles podem ser repórteres, como eu”, afirmou Fernanda, que ministra palestras sobre inclusão em todo o país.
“Agradeço pela oportunidade e por colocarem uma mulher com deficiência intelectual em um prêmio tão importante”, declarou emocionada. “Gostaria de agradecer a pessoa que abriu a porta para mim e colocou uma pessoa com síndrome de Down para ser repórter. Queria, também, dedicar o prêmio às outras candidatas. Se eu sou o que sou, devo às pessoas que acreditaram no meu sonho de romper barreiras”, declarou Fernanda.
Ao todo, foram oito premiados nas categorias Cultura, Ciências, Negócios, Trabalho Social, Políticas Públicas, Consultora Natura Inspiradora, Revelação, e na inédita Eles por Elas, que revelou projetos de homens em prol das mulheres e da busca pela igualdade de gêneros.
O evento teve Eduardo Moskovis como mestre de cerimônias e homenageou a atriz Tais Araújo. O prêmio marcou ainda, o novo posicionamento da Revista CLAUDIA, que adota a partir de outubro o mote #EuTenhoDireito sob direção de Ana Paula Padrão.
“A gente quer ser feliz e convida todo mundo para essa grande festa. A gente quer ser leve, livre e solta. Bota na cabeça e na ponta da língua #EuTenhoDireito e conte comigo e com Claudia para gritar sua escolha por aí”, diz a jornalista na carta ao leitor da edição.
Fonte: http://portalimprensa.com.br

Mãe especial – Dona de casa. Como contribuir ao INSS e garantir seu direitos?

mulher1Como advogada, sou questionada diversas vezes por algumas mamães especiais, de como elas podem garantir uma renda extra dada pelo governo para cuidar do filho especial.

De acordo com a lei, não há previsão legal de renda destinada a essas mães, existe o LOAS/BCP,  mas é destinado a criança/adolescente/adulto com necessidades especiais, cuja família tem renda per capita (por pessoa) inferior a 1/4 do salário mínimo.

Porém, uma das formas das mamães especiais garantirem seus benefícios sociais, ou seja, aqueles concedidos pelo INSS, e manterem-se na qualidade de segurado, contribuindo para o INSS.

Qual a vantagem? 

A vantagem é que essa mamãe terá direito há alguns benefícios do INSS, após o prazo que eles dão para a concessão de cada benefício, dentre os benefícios são:

  • Aposentadoria por idade: Após 70 anos a mamãe receberá aposentadoria integral, que futuramente, após sua morte, poderá ser destinada a seu filho especial, desde que ele seja incluído como seu dependente junto ao INSS;
  • Aposentadoria por invalidez: Caso aconteça algo com a mamãe que lhe cause invalidez permanete, algum tipo de acidente,  ela receberá um salário após ser reconhecida pelo INSS a invalidez;
  • Auxílio-doença: No caso da mamãe ficar doente (ex. câncer), de acordo com o previsto na lei do INSS ela pode dar entrada ao auxílio doença.
  • Auxílio-reclusão: Caso tenha praticado um crime, durante o cumprimento da pena a família receberá um salário mínimo.
  • Salário-maternidade: No caso da mamãe especial tiver mais filhos, ela durante a licença maternidade receberá salário, por 120 dias, lembrando, que assim que a criança nascer deve-se na hora parar de contribuir.

 

 A quem se destina? 

Facultativo de baixa renda é uma forma de contribuição ao INSS com o valor reduzido, de 5% do salário-mínimo. Essa modalidade é exclusiva para homem ou mulher de famílias de baixa renda e que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito da sua residência (dona(o) de casa) e não tenha renda própria.

Quem se dedica apenas ao trabalho doméstico na própria casa e não tem renda própria pode contribuir com 5% do salário mínimo.

Qual o valor da contribuição?

5% do salário mínimo, nacional. Em 2017 o salário mínimo é de R$ 937,00, com isso sua contribuição seria de R$ 46,85.

Requisitos

  • Não possuir renda própria de nenhum tipo (incluindo aluguel, pensão alimentícia, pensão por morte, etc);
  • Não exercer atividade remunerada e dedicar-se apenas ao trabalho doméstico, na própria residência;
  • Possuir renda familiar de até 2 salários mínimos. Bolsa família não entra para o cálculo;
  • Estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais – CadÚnico, com situação atualizada nos últimos 2 anos. A inscrição é feita junto ao Centro de Referência e Assistência Social – CRAS do município.

Se você não se enquadra nestas condições mas quer  contribuir sobre um salário mínimo, veja o plano simplificado de Previdência Social.

 

Como contribuir

 

Benefícios

As contribuições válidas realizadas sobre 5% do salário mínimo podem ser utilizadas para os seguintes benefícios:

  • Aposentadoria por idade
  • Aposentadoria por invalidez
  • Auxílio-doença
  • Auxílio-reclusão
  • Salário-maternidade

Outros benefícios:

Se mais tarde você decidir usar suas contribuições como facultativo de baixa renda para obter os benefícios abaixo, precisará pagar a diferença corrigida entre 5% e 20% (alíquota total).

  • Aposentadoria por Tempo de Contribuição;
  • Certidão de Tempo de Contribuição – CTC

Se eu receber qualquer benefício meu filho perde o direito ao BCP/LOAS?

Depende, se a renda da família for abaixo de 1/4 de salário mínimo per capita, não.  Dependerá do número de pessoas que more na sua casa.

Qual a vantagem de ser um segurado do INSS em relação ao benefício do BCP/LOAS?

Se você for um segurado do INSS e receber seu benefício, ao contrário do LOAS/BCP ele não terá necessidade de renovação,  como o BCP/LOAS que  precisa ser renovado a cada dois anos (que exige a comprovação de condição de miséria para ter o direito), outra vantagem é que todas as formas de aposentadoria e pensão por morte está previsto o 13º salário, vantagem que não há no BCP/LOAS.

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Caso tenha alguma dúvida escreva para: contato@maesemacao.com.br que eu terei o prazer em te ajudar…

Fonte: INSS